5 Razões para você investir em imóveis para alugar


Existem muitas razões para que você considere como opção de investimento, ter um ou mais imóveis para locação. Quero dividir 5 dessas boas razões com você.

O que me leva a escrever este artigo, extamente na data de hoje, foi a notícia de que o índice de vancância dos (imóveis desocupados vs. imóveis locados) das unidades comerciais na Tijuca é quase 0.  Trata-se de um excelente investimento. Ainda que você seja fã da bolsa ou outras modalidades com mais ou menos riscos.

Vamos as razões:
VOCÊ SEMPRE GANHA DINHEIRO

Imóvel é o tipo de bem com o qual você sempre ganha dinheiro. Nossos avós ganharam, nossos pais ganharam e você e eu, seguramente, ganharemos.

E isso deve ocorrer por muitas gerações ainda, pois a carência de unidades habitacionais é de milhões. Nem o governo nem a iniciativa privada, tem dinheiro para produzir tantos imóveis, pelo menos, nas próximas décadas, não.

ESTE É E CONTINUARÁ SENDO UM PRODUTO EM ESCASSEZ

E por isso não desvalorizará tão cedo. Uma parte dos especialistas dizem que os preços podem até se estabilizar, mas não cairão. Outra parte, afirma que o preço continuará subindo.

Muitos motivos garantem o preço alto tanto para compra quanto para locação de imóveis:

_ Jovens se tornam adultos e querem sair da casa dos pais, morar sozinhos;
– Casais se separam e se faz necessário um novo imóvel na maioria dos casos (tem gente que se separa e continua morando junto, separe-se no papel apenas);
– Casais se formam e precisam de um lugar para viver;
– Terrenos estão ficando escassos;
– A oferta de crédito para compra do imóvel melhorou, mas falta muito, para ser o suficiente;
– O alto preço do metro quadrado, inviabiliza a compra e favorece a locação.

Essa escassez, numa economia normal, o produto não baixa de preço e tem demanda. Você hoje, não fica com um imóvel desocupado por muito tempo, o que era o temor dos investidores, há alguns anos. Invista neles!

É SÓLIDO

Diferentemente do dinheiro num banco, um presidente da república, não bloqueia seu imóvel. Também sou favorável a tese de que o vento não leva, o ladrão não furta e o fogo não queima (quase nunca – se for de madeira, há mais perigo).

SERVE PARA FAZER MAIS DINHEIRO

O fato de você possuir escrituras em seu nome, facilita e muito, a obtenção de empréstimos (claro, se for dos bons, empréstimos saudáveis, para fazer mais dinheiro) em banco, para o caso de oportunidades e empreendimentos e até mesmo, utilizar como garantia, para comprar ou construir, mais imóveis. A coisa é fantástica, vira uma roda de fazer dinheiro.

Claro que existem os contras e o que mais pesa é o fato de você mobilizar seu capital e perder oportunidades. A possível inadimplência hoje não é tão desestimulante pois a retomada do imóvel ocorre muito rapidamente nos dias atuais.

Mas minha empolgação com essa modalidade, se dá pelo fato de que o risco é mínimo e você garante, não apenas o seu futuro, mas como raramente se perde dinheiro em imóveis, garante também, o futuro de seus filhos, de outras gerações.

*DÁ MAIS DE 1%

Logicamente, dependendo do local e tratando-se de uma nova locação.
Se você se especializar nesse nicho, vai conseguir mais que poupança ou renda fixa.

Essa será certamente realidade dos investidores do Titanium Offices Tijuca, o breve lançamento da RJZ Cyrela em frente ao Shopping Tijuca. O esperado empreendimento promete derreter assim que lançado já que todas essas premissas e o cenário se mostram favoráveis. O investimento ativo real, a preservação do patrimônio, a valorização da área garantem que aqueles que comprarem salas para futura locação farão um bom negócio!

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Igualdade social: bom para o Brasil, bom para todos!


Já falamos algumas vezes sobre o cenário econômico favorável e o bom momento do mercado imobiliário. Mas de nada adiantaria se a população como um todo não fosse beneficiada. O que finalmente percebemos no Brasil é redução do desemprego, melhora do IDH e, especialmente, uma melhora na distribuição de renda com expressivo aumento de cidadãos na classe C.

Uma pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) prevê que já em 2015 essa classe média será responsável pelo consumo equivalente ao das classes A e B somadas. Segundo a pesquisa, o País passa por um forte processo de crescimento do mercado consumidor. Em 2003, as classes A, B e C representavam cerca de 49% das famílias brasileiras e atualmente essa proporção chega a 61%. “Em 2003, menos da metade dos brasileiros se encontrava em um patamar médio de consumo, enquanto hoje quase dois terços da população já alcançou esse patamar”, afirma o estudo. “O Brasil de 2020 será um dos maiores mercados consumidores e uma das maiores economias globais.”

Essa é mais uma variável que somada a um cenário altamente favorecido pelo ambiente macroeconômico e progressos na legislação aponta no investimento em imóveis grandes vantagens por sua solidez, segurança e em especial pelo potencial de crescimento futuro do mercado consumidor.

A compra de unidades comerciais ou residenciais traz hoje grande valorização e rentabilidade para os investidores, gerada com aluguel e revenda para os novos entrantes no mercado de mais alto padrão.

Evolução da distribuição de renda no Brasil (%) – Milhões de pessoas

 

Enfim, o cenário  de estabilidade econômica com a expansão da classe média, nível de desemprego reduzido e elevação do poder de compra se alia ao aumento da renda e da oferta de crédito para apresentar as melhores perspectivas possíveis para o ramo imobiliário.

Poupança passa a render menos


Com a queda ainda maior dos juros, anunciada ontem, a poupança deixa de ser um rendimento atrativo. Os depósitos feitos a partir de 04 de maio de 2012 passam a render menos que 6% ao ano. Na busca por investimentos com segurança e maior rentabilidade, pesquisar sobre o mercado imobiliário pode ser uma excelente opção.

Com o mercado aquecido, os índices de valorização mostram-se bastante atraentes. Pensando em investir, imóveis comerciais são bons negócios por apresentarem maior liquidez e maior percentual de aumento de preços. Analise alguns gráficos a seguir:

O Universe Empresarial, empreendimento localizado no novo centro metropolitano, foi lançado em maio de 2012 e, aqueles que compraram no momento do lançamento já registram ganhos. Com excelente localização próximo à futura vila olímpica e em região de quatro milhões de m² a serem desenvolvidos, a tendência de aumento de preço já se mostra real.

Lançado no auge do boom imobiliário, em agosto de 2009, o CEO Office apresenta um índice de valorização ainda maior. A curva de crescimento do valor do imóvel foi bastante acentuada no período que compreende o ano de 2009 a 2012. Já em fase final de obra, o CEO resume-se um projeto de alto padrão e bom gosto e localização em área nobre da cidade – a Península, na Barra da Tijuca.  

Assim como o Universe e o CEO, olhar para o mercado imobiliário visando um investimento de médio/longo prazo mostra-se bastante interessante. Procure entender os vetores de crescimento da cidade e adiantar-se ao desenvolvimento. Dessa forma, é possível sair na frente e obter um ótimo rendimento. Conheça os empreendimentos da RJZ Cyrela e invista seu capital com segurança!

Barcelona e Rio de Janeiro: mesmo impulso para a transformação


Muitos se questionam a respeito das reais transformações que as olimpíadas trarão para a cidade do Rio de Janeiro. Como será esse impacto e como fazer para que todo esse investimento seja duradouro e de fato traga crescimento, modernização e mais qualidade de vida?

O Rio pretende usar de exemplo o que ocorreu na cidade de Barcelona, após os jogos de 1992. E há de fato pontos de semelhança entre as duas cidades: elevado potencial cultural e paisagístico peculiar às duas cidades, ambas são cidades foco de turismo (Barcelona já era antes dos jogos),e as duas embasaram seus planos de concretização dos jogos em Parcerias Público-Privadas.

A flexibilidade regulatória, as intervenções urbanas pontuais em áreas com alto potencial de valorização, os projetos de revitalização de áreas centrais e portuárias e a construção de um pacto consensual em torno da busca do desenvolvimento econômico, podem ser apontados como algumas das ferramentas utilizadas em Barcelona e que devem ser utilizadas por aqui também. O sentimento de crise e a oportunidade única do mega-evento como condições necessárias para a criação de tal consenso, também se fez presente nas duas cidades.

Vejamos em números o exemplo da cidade de Barcelona:

(Peseta era a moeda utilizada antes do Euro)

Analisando o crescimento do preço, poderíamos também propor uma comparação com o Rio de Janeiro, relacionando o ano de 1988 com o de 2012 (ambos quatro anos antes dos jogos). Perceberíamos que estamos em plena curva de aumento dos preços e que seria agora a hora ideal para investir nesses imóveis próximos aos locais de intervenção dos jogos.

Aproveite essa oportunidade e esteja junto do grande vetor de transformação do Rio de Janeiro.

Bolha Imobiliária


A “bolha imobiliária” é assunto recorrente em conversas entre amigos – sejam especialistas ou não. Vale parar para entender o que é a bolha e pesquisar se ela existe aqui no Brasil. Quais são as diferenças e semelhanças entre a economia dos Estados Unidos e a nossa?

Para esclarecer os pontos,  a Folha de São Paulo publicou uma matéria exatamente sobre esse tema, no dia 14 de abril de 2012. No artigo, Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP diz que “Para existir bolha imobiliária, é preciso que os preços dos imóveis estejam artificialmente inflados, o que não existe em nosso mercado.

É importante conhecer os fatos para compará-los e tirar a correta conclusão. A crise econômica norte-americana teve origem nos chamados subprimes: os compradores de imóveis refinanciaram as suas hipotecas lastreadas por valores irreais de mercado.
(…)

Aqui, o cenário é bem diferente. O consistente crescimento do setor imobiliário decorreu de fatos específicos, como a diminuição de taxas de juros, a melhoria do poder aquisitivo de boa parte da população e a volta do crédito imobiliário, após uma lacuna de 20 anos que quase levou o mercado à estagnação.

(…)

O brasileiro valoriza a propriedade do bem. Quer quitar logo a dívida e ter a escritura do imóvel. Depois, fica livre para novos endividamentos, pois conta com a segurança de que a casa da família, patrimônio dos filhos, está garantida.
Na fase atual da nossa economia, não existe espaço para aumentos significativos, mas também não há risco de queda de preços. O mercado deve crescer na proporção direta do desempenho da economia.
Há bolha imobiliária? Definitivamente, não.

Leia a matéria completa no portal para investidores www.cyrelainvest.com.br. Assista também a alguns vídeos com respostas de especialistas do mercado imobiliário e tire suas dúvidas. Antes de investir, sinta-se seguro do bom momento que nossa economia vive!