Mais oito favelas do Rio terão obras do PAC


Muita coisa tem sido feita para melhorar a situação das comunidades carentes no Rio de Janeiro. E na Tijuca, bairro tradicional da zona norte, essas obras já se mostram bastante interessantes.

A Exame divulgou uma reportagem que aponta mais obras ligadas ao PAC que tratarão da urbanização de oito favelas no RJ – entre elas, mais algumas da Tijuca. As obras, as UPPs, e todo o movimento que busca resgatar a tranquilidade dos moradores da Zona Norte impulsionam também o mercado imobiliário, que passa a lançar mais na região.

Edifícios antigos e sem nenhuma infraestrutura de lazer ou segurança ainda são maioria na Tijuca, mas agora as incorporadoras apresentam um novo conceito de moradia para a região. É o caso do Adorabile Tijuca – próximo a todos os serviços e comodidades do bairro, estará a apenas cinco quadras da futura estação de metro da Rua Uruguai.

Piscina, salão de jogos, car wash e sauna são apenas alguns dos muitos itens de lazer que o morador poderá aproveitar. Viver no bairro que todos gostam pode ser ainda melhor agora. A tranquilidade que o tijucano estava acostumado voltou a ser uma realidade!

Poupança passa a render menos


Com a queda ainda maior dos juros, anunciada ontem, a poupança deixa de ser um rendimento atrativo. Os depósitos feitos a partir de 04 de maio de 2012 passam a render menos que 6% ao ano. Na busca por investimentos com segurança e maior rentabilidade, pesquisar sobre o mercado imobiliário pode ser uma excelente opção.

Com o mercado aquecido, os índices de valorização mostram-se bastante atraentes. Pensando em investir, imóveis comerciais são bons negócios por apresentarem maior liquidez e maior percentual de aumento de preços. Analise alguns gráficos a seguir:

O Universe Empresarial, empreendimento localizado no novo centro metropolitano, foi lançado em maio de 2012 e, aqueles que compraram no momento do lançamento já registram ganhos. Com excelente localização próximo à futura vila olímpica e em região de quatro milhões de m² a serem desenvolvidos, a tendência de aumento de preço já se mostra real.

Lançado no auge do boom imobiliário, em agosto de 2009, o CEO Office apresenta um índice de valorização ainda maior. A curva de crescimento do valor do imóvel foi bastante acentuada no período que compreende o ano de 2009 a 2012. Já em fase final de obra, o CEO resume-se um projeto de alto padrão e bom gosto e localização em área nobre da cidade – a Península, na Barra da Tijuca.  

Assim como o Universe e o CEO, olhar para o mercado imobiliário visando um investimento de médio/longo prazo mostra-se bastante interessante. Procure entender os vetores de crescimento da cidade e adiantar-se ao desenvolvimento. Dessa forma, é possível sair na frente e obter um ótimo rendimento. Conheça os empreendimentos da RJZ Cyrela e invista seu capital com segurança!

Financiar imóvel vira boa opção de aplicação


Com as mudanças no cenário econômico brasileiro, uma nova situação vem se desenhando. As modalidades de investimento tem se diversificado e, aplicar dinheiro em fundos imobiliários passou a ser uma excelente opção. O desenvolvimento do mercado imobiliário brasileiro, aliado à queda dos juros e à demanda por crédito imobiliário vem garantindo um bom retorno aos investidores.

É o que mostra a reportagem da Folha de São Paulo publicada em 17/05/2012.

“Para emprestar dinheiro a quem quer comprar a casa própria, o banco pega da caderneta de poupança de outros clientes, pagando um juro pequeno e cobrando um tanto mais do mutuário. Só que o financiamento de imóveis dobra a cada dois anos e os depósitos na caderneta crescem 10% ao ano.

O resultado é que, no mais tardar em 2014, a poupança não será mais suficiente para carregar todo o crédito imobiliário nas costas.

Como ocorre no mundo todo, a solução será apelar ao conjunto de investidores-fundos de pensão, gestores de investimento, seguradoras e o investidor pessoa física.

Até agora, havia pouco interesse dos investidores. Afinal, por que assumir o risco de calote dos mutuários para ganhar de 9% a 12% se dá para levar mais emprestando sem perigo ao governo?

A boa notícia é que os juros do governo caíram muito (a previsão é de 8,5% no final do mês) e hoje 9% ao ano é uma taxa bastante alta.

Quase nenhuma aplicação atrelada a juros rende 12% – taxa paga por títulos de dívida que representam empréstimos feitos pelos bancos ou construtoras que têm imóveis como garantia.

“Os juros baixos ajudam muito nosso negócio. Temos mais investidor interessado em comprar título imobiliário do que empréstimo disponível para investimento”, diz Fernando Cruz, diretor da Brazilian Mortgages, a maior empresa brasileira que transforma dívida imobiliária em aplicação – a securitização.

ISENÇÃO DE IR

Para o investidor pessoa física, há a vantagem de não pagar Imposto de Renda quando aplica em títulos ou em fundos imobiliários.

Alguns fundos imobiliários, como o do shopping Higienópolis (centro de SP), pagam ao investidor pessoa física rendimento mensal líquido de até 0,87% direto na conta, como se fosse um aluguel, sem a desvantagem de empatar dinheiro em um imóvel. O fundo é cotado na Bolsa, mas ninguém consegue comprá-lo porque não há cotista disposto a vendê-lo.

Enquanto a poupança trouxe R$ 71,68 bilhões para financiar a casa própria em 2011, os investidores do mercado de capitais foram responsáveis por comprar R$ 13,61 bilhões em títulos de dívida imobiliária – aumento de 60% em relação a 2010.

Só os fundos de investimento imobiliário, que compram grande parte desses papéis, somaram R$ 8,23 bilhões em recursos – alta de 89,2% em relação a 2010.

COMERCIAIS

A securitização ainda é mais comum em imóveis comerciais. Nos fundos, 55% têm escritório como garantia.

“Houve uma mudança de foco desse mercado, que está mais pulverizado e com uma presença maior de empreendimentos residenciais”, afirma Fernando Brasileiro, presidente da Cibrasec, segunda maior securitizadora.

“Historicamente, os grandes compradores eram os bancos e as operações eram comerciais -shoppings, escritórios, hospitais. Agora, você começa a vender mais para pessoa física, que tem benefício fiscal”, diz Brasileiro.”

 Podemos concluir que o mercado imobiliário continua crescendo e se fortalecendo no Brasil. Ainda há espaço para desenvolvimento!

De que forma os BRTs vão impactar no Rio de Janeiro?


A Transoeste ainda nem está funcionando e seu impacto já pode ser sentido na vizinhança – o valor dos imóveis não para de subir. Todos querem estar próximo ao corredor expresso que vai facilitar (e muito!) a vida de quem circula por ali. É a famosa lei da oferta e procura: quando todos querem, o preço sobe!

Entenda como vai ser essa implantação na reportagem do RJTV exibida em 09 de maio de 2012:

A ADEMI (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro) divulgou essa semana uma matéria que fala justamente sobre isso: “A dica de especialistas para moradores de bairros cortados pelo BRT é: só venda o imóvel se for para comprar outro de imediato. Se guardar o dinheiro, haverá prejuízo, pois a alta vai continuar.” Com a certeza da valorização, investir nessa região também é excelente opção.

Outra região que será fortemente influenciada pelo BRT é o bairro Cidade Jardim.  A região fica próxima da linha e já mostra fortes sinais desse interesse do público. Investir em regiões em desenvolvimento mostra-se uma ótima oportunidade no setor. E, como já vimos nas reportagens, ao que tudo indica o retorno será garantido!

(Perspectiva ilustrada – bairro Cidade Jardim com parque de 110.000 m²)

Em tempo: foi divulgado essa semana que a Avenida principal do Cidade Jardim já foi “batizada”. Ela se chamará Avenida Vice-Presidente José Alencar. Esse já pode ser o seu endereço!!

Expectativas para um mercado imobiliário em intensa expansão


Com um mercado imobiliário tão pujante, não faltam questionamentos sobre o presente e o futuro do Rio de Janeiro. Para tratar dessas questões, convidamos Rogério Jonas Zylbersztajn – referência no mercado do RJ e vice-presidente da RJZ Cyrela – para responder a algumas perguntas.

Confira aqui a entrevista exclusiva realizada no dia 17 de maio de 2012:

Como escolher os materiais de acabamento?


Quando se compra um imóvel, torna-se bastante estimulante acompanhar a sua construção. Desde a fase de fundação, estrutura e fechamento, pode-se imaginar como ele será quando estiver pronto e for possível fazer a mudança.

Mas depois de já estar aparentemente pronto, vem a fase que mais demora: o acabamento. Além de ser uma fase longa, é também bastante importante – é quando o apartamento fica com a “cara” que foi idealizada.

Por isso a escolha dos revestimentos/acabamentos é tão valorizada. Uma má escolha desses materiais pode por em risco a qualidade do imóvel. Conheça algumas diferenças de materiais:

Cerâmica x Porcelanato

A cerâmica tradicional é composta de uma mistura de argilas que passa pelos processos de prensagem ou de extrusão e é queimada a até 1.150ºC. Já o porcelanato é composto de matérias primas mais nobres, como o feldspato. Esses compostos são queimados a temperaturas superiores a 1.200ºC, o que resulta em um material mais homogêneo e resistente.

Além disso, o porcelanato apresenta uma menor porosidade, ou seja, está menos sujeito a manchas. Em contrapartida, o piso cerâmico é muitas vezes mais variado e permite usar a criatividade na sua colocação. Vale lembrar ainda, claro, que o preço é mais acessível.

Esquadria de PVC x Esquadria de Alumínio

PVC: As esquadrias de PVC cada vez mais vêm conquistando uma parcela do mercado da construção civil. A principal vantagem das esquadrias de PVC é a grande resistência mecânica garantida pela alma de aço e pelos seus acessórios como roldanas, cremonas, maçanetas etc

Alumínio: O alumínio, assim como o PVC, oferece várias opções de acabamento (tonalidades). É ainda bastante durável (não enferruja) e estanque. É bastante indicado para construções à beira-mar. Em questão de preço, pode variar bastante.

Mas seja alumínio ou PVC, cerâmica ou porcelanato é fundamental observar o portfólio do fabricante para garantir a qualidade do produto. Assim, seu apartamento será realmente como você sonhou!

Parcerias público-privadas


O desenvolvimento urbano das cidades se dá, em teoria, pelas iniciativas do poder público. Mas hoje, mais do que nunca, podemos acompanhar as empresas privadas assumindo mais esse compromisso com a população. E no Rio de Janeiro não é diferente – hoje foi noticiada mais uma obra de infra-estrutura que será feita por meio de uma parceria público-privada, com a RJZ Cyrela, Carvalho Hosken e a Multiplan (administradora de shoppings centers) e a prefeitura do município. Será um novo mergulhão ligando a Avenida Luis Carlos Prestes à Avenida das Américas no sentido São Conrado.

É possível notar que a cidade se desenvolve com uma velocidade ainda maior quando há interferência da iniciativa privada. No Rio, temos grandes exemplos disso: Avenida Abelardo Bueno, a elevatória da península e alguns outros. Essas obras possibilitaram o crescimento e a urbanização de áreas ainda desocupadas e/ou degradadas.

Analisando a contribuição da RJZ Cyrela nesse contexto, somada à solidez que a empresa apresenta e que acompanhamos nos últimos dias (vide reportagem), basta olhar os empreendimentos para entender o motivo de tamanho destaque no setor.

A Tijuca, que passou anos esquecida; a Estrada dos Bandeirantes, que até então crescia a passos lentos, recebem agora grandes investimentos… São todas regiões que, ao estarem sob os olhares da RJZ Cyrela se transformam e criam novas áreas de investimento e moradia de qualidade.

Perspectiva – Adorabile Tijuca

Localização – Way Bandeirantes (100% vendido no lançamento em 17 de maio de 2012)

Veja os empreendimentos e identifique aquele que pode ser o seu desenvolvimento!