Ficou mais fácil comprar


Uma pesquisa inédita com imóveis novos e usados em 63 cidades do país mostra que os preços continuam subindo, mas de forma mais moderada do que nos últimos anos. Isso, aliado à queda dos juros, melhorou o cenário para quem quer comprar uma casa – para morar ou investir.

Poucos países tiveram uma valorização imobiliária comparável à do Brasil nos últimos anos. Até 2011, os preços subiram num ritmo anual de 20% a 30%, em média, bem mais do que a renda nacional, a inflação e o rendimento de diversas aplicações financeiras. A demanda parecia não ter limite. Nunca houve tantos lançamentos de casas e, principalmente, apartamentos nesse período – e eles nunca foram vendidos tão rapidamente. Prédios inteiros chegaram a ser comercializados em horas, pouco depois de ser anunciados e bem antes de as obras começarem.

Para alguns, esse era um sinal claro de que o mercado vivia um desequilíbrio perigoso – uma bolha estaria se formando, fatalmente ela estouraria e os valores voltariam ao “normal”. A nova edição da pesquisa feita em parceria por EXAME e pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que traz os preços dos imóveis em 63 cidades do país, mostra um cenário diferente.

De acordo com o levantamento, os preços continuam aumentando, mas de forma bem mais comportada – a valorização dos imóveis usados em 2012 foi de 12%, e a dos novos, de 14%. Essa, claro, é a média. Em algumas regiões, os preços caíram – é a primeira vez que isso ocorre desde 2010, quando EXAME publicou sua primeira pesquisa imobiliária. Foi o caso de Belo Horizonte e Florianópolis. Em outras, subiram bem mais do que a média. No Rio de Janeiro, a cidade que tem os imóveis mais caros do país, a valorização foi de 25%. Em Vitória, chegou a 35%.

Como os juros do crédito imobiliário estão no nível mais baixo das duas últimas décadas, o pêndulo passou, finalmente, a oscilar para o lado do comprador. Um estudo do banco J.P. Morgan mostra que, hoje, as famílias brasileiras gastam, em média, 36% da renda para pagar um financiamento imobiliário.

No fim de 2011, o percentual estava em 43%, o mais alto da série do banco, que começa em 2004. Não é que os imóveis tenham ficado mais baratos nesse intervalo: os preços estão subindo menos, mas a valorização segue, na média, superior à inflação. Mas a queda dos juros está fechando a conta.

Para alguns clientes, a taxa de financiamento imobiliário pode chegar a 8,5% ao ano, pouco acima da taxa básica de juros da economia, a Selic, hoje em 7,5%. Em geral, os bancos cobram menos de quem é cliente há muitos anos, tem investimentos e recebe seu salário na instituição, uma segurança a mais para quem empresta. Os prazos dos financiamentos já chegam a 35 anos, o que dilui o valor das parcelas mensais.

Além disso, como os preços dos imóveis estão variando de forma desigual pelo país, é possível negociar descontos em certos locais e fechar bons negócios. “O consumidor descobriu que pode negociar. No passado, ele tinha medo de não comprar e ver o preço subir na semana seguinte, o que ocorria em alguns casos”, diz José Florêncio Rodrigues Neto, vice-presidente financeiro da incorporadora Cyrela.

Resumindo: ficou mais fácil e ainda é um ótimo negócio!!!!

 

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Começa hoje o Feirão de imóveis da Caixa


Começa hoje o Feirão Caixa da Casa Própria 2013. O evento, que está em sua nona edição, passará por 13 cidades, começando por São Paulo e Fortaleza (3 a 5 de maio).

Entre os dias 17 e 19 de maio, o Feirão passará por Brasília, Uberlândia, Curitiba, Salvador e Rio de Janeiro. De 24 a 26 de maio seguirá para Florianópolis, Porto Alegre e Belo Horizonte. E por fim, entre os dias 14 e 16 de junho, pasará por Belém, Recife e Campinas.

As grandes vantagens do Feirão são as taxas de juros reduzidas na contratação de empréstimos com a Caixa e a possibilidade de realizar todo o processo de aquisição do imóvel em um único espaço, já que participam do evento imobiliárias, construtoras, corretores, cartórios e agentes da Caixa, que analisam, simulam, e liberam o financiamento na hora.

E nesta edição quem contratar financiamentos com recursos do Fundo de Garatia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) no período do feirão (dentro do evento ou em agências da Caixa) poderá começar a pagar a primeira prestação em janeiro de 2014.

Segundo a Caixa, a expectativa é de que sejam vendidos 400 mil imóveis novos e usados em todas as cidades. Os preços partem de 99 mil reais, mas a maior parte dos imóveis fica na faixa dos 200 a 300 mil reais.

Algumas dicas para comprar imóveis no feirão são: certificar-se da idoneidade da construtora, com o pedido do CNPJ e a consulta da empresa no Procon; pesquisar o histórico do imóvel para checar se ele possui algum tipo de débito junto à prefeitura; e visitar os imóveis vendidos antes de fechar o negócio quando possível.

Por mais que as condições de compra sejam vantajosas, é muito importante que a decisão de adquirir o imóvel seja planejada financeiramente. Especialistas recomendam, por exemplo, que não se comprometa mais de 30% da renda familiar o financiamento.

Para requerer o crédito para casa própria durante o evento é preciso levar documento de identidade, CPF e comprovante de renda. Os interessados também podem obter informações em todas as agências da CAIXA e pelo Serviço de Atendimento ao Cliente do banco (0800-726-0101). No site da Caixa também é possível obter simulações do crédito imobiliário.

O prazo do financiamento imobiliário é de até 35 anos e as taxas de juros, dependendo das condições de renda e valor do imóvel, partem de 4,5% ao ano.

Veja a seguir as datas e a localização do Feirão em cada cidade.

FEIRÃO

DATA

LOCAL

HORÁRIO

Fortaleza 3 a 5 de maio Centro de Eventos do Ceará 6ª. Feira – das 10h às 20h; sábado – das 10h às 20h; domingo – das 10h às 18h
São Paulo 3 a 5 de maio Centro de Exposições Imigrantes 6ª. Feira – das 10h às 20h; sábado – das 10h às 20h; domingo – das 10h às 18h
Curitiba 17 a 19 de maio Marumby Expo Center 6ª. Feira – das 10h às 21h; sábado – das 10h às 21h; domingo – das 09h às 18h
Uberlândia 17 a 19 de maio Center Convention 6ª. Feira – das 10h às 21h; sábado – das 10h às 21h; domingo – das 10h às 18h
Rio de Janeiro 17 a 19 de maio Riocentro – Pavilhão 4 6ª. Feira – das 10h às 20h; sábado – das 10h às 20h; domingo – das 10h às 18h
Salvador 17 a 19 de maio Centro de Convenções da Bahia 6ª. Feira – das 10h às 20h; sábado – das 10h às 20h; domingo – das 10h às 18h
Brasília 17 a 19 de maio Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade 6ª. Feira – das 10h às 21h; sábado – das 10h às 21h; domingo – das 10h às 20h
Belo Horizonte 24 a 26 de maio Expominas 6ª. Feira – das 10h às 21h; sábado – das 10h às 21h; domingo – das 10h às 18h
Porto Alegre 24 a 26 de maio Centro de Exposições FIERGS 6ª. Feira – das 10h às 20h; sábado – das 10h às 20h; domingo – das 10h às 18h
Florianópolis 24 a 26 de maio Centro de Convenções de Florianópolis 6ª. Feira – das 10h às 21h; sábado – das 10h às 21h; domingo – das 10h às 18h
Belém 14 a 16 de junho Hangar – Centro de Convenções da Amazônia 6ª. Feira – das 10h às 20h; sábado – das 10h às 20h; domingo – das 10h às 18h
Campinas 14 a 16 de junho Parque D. Pedro Shopping 6ª. Feira – das 10h às 21h; sábado – das 10h às 21h; domingo – das 10h às 18h
Recife 14 a 16 de junho Centro de Convenções de Pernambuco 6ª. Feira – das 10h às 21h; sábado – das 10h às 21h; domingo – das 10h às 18h

2013 começa com alta no preço de imóveis


Contradizendo as previsões de estabilização do preços e até redução, o preço médio do metro quadrado de imóveis anunciados em 16 cidades brasileiras iniciou o ano com alta de 0,9 por cento em janeiro sobre dezembro, segundo o índice FipeZap divulgado nesta segunda-feira, que apontou o Rio de Janeiro com o metro quadrado mais caro do país.

  • No mês passado, o preço médio máximo do metro quadrado anunciado ficou entre 8.711 reais, no Rio de Janeiro, e o menor foi apurado em Vila Velha (ES), 3.440 reais.
  • Em São Paulo, o valor foi de 6.922 reais, enquanto a média das 16 cidades pesquisadas foi de 6.350 reais.
  • Niteroi (+5,4 por cento) e Porto Alegre (+4,6 por cento) registraram os maiores aumentos reais nos preços.
  • São Paulo e Rio de Janeiro registraram aumentos reais de 4,2 e 3,5 por cento, respectivamente.

Para quem acreditava que a valorização dos imóveis fosse perder fôlego 2013, os números mostram o contrário. Imóvel continua sendo, como sempre foi um bom investimento. Por que?

Investir em imóveis é seguro

Um imóvel é um patrimônio físico, está lá, tijolinho sobre tijolinho.

Imóvel é fonte de renda

Um imóvel bem escolhido é fonte de renda vitalícia.

Todos  precisamos de um lugar para morar e trabalhar. Quem não tem condições de comprar a casa própria sempre estará a procura de um bom imóvel para alugar. O mesmo serve para exercício da sua profissão.

Imóvel mantém o valor

Além de gerar renda, um imóvel bem escolhido mantém seu valor  e ainda valoriza muito mais do que a simples correção do dinheiro investido.

Comprar imóvel gera disciplina

Os proprietários de imóveis se acostumam a receber o aluguel mensal de suas propriedades e com estes rendimentos fazem seus planos de forma organizada. Uma amiga, por exemplo, usa a renda de um apartamento que possui para pagar suas férias anuais, enquanto usa a renda de outro imóvel para dar mesada aos dois filhos. Quando aumenta o aluguel dos seus imóveis, aumenta junto a mesada dos dois. Eles, sabendo disso, se disciplinam com o que tem e mais que isso, planejam um dia ter seus próprios imóveis de aluguel.

Quem possui imóveis normalmente possui dinheiro no banco

Infelizmente vou ficar devendo a fonte desta matéria que li há alguns anos. Era uma pesquisa que dizia que enquanto as pessoas que moram de aluguel, em sua maioria, costumavam possuir dívidas, as pessoas que moravam em casa própria costumavam possuir reserva de dinheiro no banco.

Qual é o seu caso?

Investir no mercado imobiliário continua sendo um bom negócio


O imóvel é considerado uma boa forma de investir dinheiro – é um patrimônio durável e que se valoriza ao longo do tempo, especialmente quando ocorrem melhorias na infraestrutura da região. Mesmo com a expectativa de estabilização do mercado imobiliário, vender ou alugar uma edificação continua sendo um bom negócio. Os índices de valorização registram uma pequena queda, porém, os preços atuais não irão diminuir.

De 2001 a 2010, os preços dos imóveis residenciais e comerciais no Rio de Janeiro sofreram um aumento de até 700%. O dado é do estudo “Panorama do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro”, realizado pelo Sindicato da Habitação do Rio (Secovi-RJ). A entidade constatou que em 2011 o crescimento do setor foi menor comparado ao mesmo período de 2010. “O valor médio do metro quadrado para venda teve um desaceleração significativa no ano anterior, assim como o preço para aluguel. Nos dois casos, o crescimento foi 50% menor do que em 2010”, aponta.

Para Freitas, mesmo nesta fase de equilíbrio dos valores praticados pelo mercado imobiliário, ainda haverá um aumento nos preços das edificações. A razão é o forte investimento em urbanização e infraestrutura para receber a Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016. “As unidades imobiliárias localizadas no entorno das sedes destes eventos, onde irão acontecer às competições, serão extremamente valorizadas, principalmente na época de realizado dos jogos. O preço de venda pode superar o valor primitivo em até 300%”, enfatiza Freitas.

Top 9


O Secovi (Sindicato da Habitação) do Rio de Janeiro divulgou quais foram os 9 bairros da cidade que tiveram a maior valorização nos preços de aluguéis entre julho de 2011 e julho de 2012. Na média, os aluguéis na cidade em julho estavam 28,6% mais caros do que em julho do ano passado. Os dez bairros com maiores altas de aluguel são todos bem localizados – na Zona Sul ou próximos ao Centro – ou serão beneficiados por obras relacionadas à Copa e às Olimpíadas – caso da Zona Oeste.

O mercado de locação do Rio de Janeiro está muito aquecido, é uma boa oportunidade para quem investe em imóveis porque existem boas garantias de locação. Esta alta decorre de uma mudança conceitual: o ciclo de vida da família está se modificando, os jovens estão saindo de casa mais cedo, mais pessoas estão se separando e morando em casas diferentes, os idosos estão se mudando para ficar mais perto dos filhos e a locação é uma alternativa interessante nestes casos. 

Para chegar ao resultado dos preços médios do metro quadrado do aluguel em cada bairro, o Secovi pesquisou as ofertas de locações divulgadas em jornais e portais imobiliários, que abrangem, segundo a entidade, 90% das ofertas ativas da cidade. 

 

1. Centro

Variação do preço do m² entre julho de 2011 e julho de 2012: 85,1%

Motivações da valorização: o Centro era uma região preterida pela população, mas voltou a ser procurada depois do início de alguns projetos de revitalização. Com toda a movimentação na região e com o projeto Porto Maravilha (de revitalização da área portuária) o Centro volta a ser procurado.

2. Méier

Variação do preço do m² entre julho de 2011 e julho de 2012: 42,1%

Motivações da valorização: a zona norte no geral e o bairro do Méier em particular foram bastante beneficiados pela política de pacificação das favelas. Agora é mais seguro morar na região. O bairro está sendo revitalizado e tem recebido diversos empreendimentos imobiliários. Hoje há uma quantidade considerável de imóveis”, diz. Ele também conta que o aumento da renda da população tem pressionado o crescimento da procura por aluguéis no tradicional bairro da Zona Norte carioca. O Méier é uma boa alternativa para quem ainda não consegue morar nas regiões mais nobres por ter um bom custo-benefício.

 

3. Vila Isabel

Variação do preço do m² entre julho de 2011 e julho de 2012: 28,4%

Preço médio do metro quadrado em julho de 2012: R$ 21,87

Motivações da valorização: o endereço da boemia na Zona Norte do Rio era muito traumatizado pelo tráfico de drogas no Morro dos Macacos. Com a pacificação da comunidade, o bairro de Noel Rosa voltou a ser valorizado. É uma região muito próxima à Tijuca, muito bem localizada.

 

4. Jacarepaguá

Variação do preço do m² entre julho de 2011 e julho de 2012: +21,9%

Preço médio do metro quadrado em julho de 2012: R$ 17,63

Motivações da alta: O bairro, tem alguns dos mesmos atributos que a Barra da Tijuca, mas é mais econômico. Jacarepaguá fica na mesma reta que a Barra da Tijuca, mantém os padrões de empreendimentos da Barra, mas é uma opção com preços mais baixos

 

5. Lagoa

Variação do preço do m² entre julho de 2011 e julho de 2012: +19,7%

Preço médio do metro quadrado em julho de 2012: R$ 53,74 

Motivações da valorização: A Lagoa é um bairro muito central do Rio e tem um belo visual e alta qualidade de vida. Ele atribui a valorização do bairro de alto padrão da Zona Sul carioca ao fato de a região ser tão agradável quanto Leblon e Ipanema e ainda assim ter valores de aluguéis mais baixos. 

 

6. Tijuca

Variação do preço do m² entre julho de 2011 e julho de 2012: +18,9%

Preço médio do metro quadrado em julho de 2012: R$ 25,37

Motivações da valorização: A Tijuca, assim como os outros bairros da Zona Norte nesta lista, é outro caso de região beneficiada pela instalação das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) nas favelas do bairro. A Tijuca é cercada por morros e comunidades. Com a pacificação, o bairro ficou mais valorizado. É um bairro muito tradicional da cidade e tem as vantagens de ter bastante opção de comércio e acesso ao metrô.

 

7. Barra da Tijuca

Variação do preço do m² entre julho de 2011 e julho de 2012: +18,8%

Preço médio do metro quadrado em julho de 2012: R$ 35,04

Motivações da alta: A valorização dos aluguéis na Barra da Tijuca pode ser explicada sobretudo pelo fato de o bairro da Zona Oeste ser um dos mais contemplados pelos investimentos relacionados à Copa do Mundo e às Olimpíadas. Diversos projetos estão previstos para o bairro, como os projetos de transporte. É o caso da nova linha do metrô, que ligará a Barra à Zona Sul da cidade, e alguns outros projetos que já chegaram, como o BRT, linha expressa de ônibus já em funcionamento que liga a Barra ao bairro de Santa Cruz. A região vive uma pujança econômica muito grande.

 

8. Gávea

Variação do preço do m² entre julho de 2011 e julho de 2012: +18%

Preço médio do metro quadrado em julho de 2012: R$ 49,88

Motivações da alta:  o bairro de alto padrão da Zona Sul é bem localizado, e agrada por ter opções de comércio e um shopping center. É um bairro que também tem muitos artistas e formadores de opinião. Tudo isso acaba gerando maior procura pelo bairro e o torna uma alternativa à região do Leblon.

 

9. Leblon

Variação do preço do m² entre julho de 2011 e julho de 2012: 17,3%

Preço médio do metro quadrado em julho de 2012: R$ 61,39

Motivações da valorização:, o bairro da Zona Sul teve o maior preço médio do metro quadrado do aluguel em julho. A a valorização do Leblon está muito associada a uma questão de status do bairro. O preço do metro quadrado no bairro é muito alto, hoje é o carro-chefe do Rio de Janeiro. Todo mundo que tem dinheiro quer morar no Leblon. O bairro tem bons restaurantes, praia, segurança, opções de lazer e morar lá é uma questão de glamour.

Cinema em casa!


Todos estão reclamando do frio. E fim de semana com frio combina com filme e pipoca! Adoro! Mas estamos em plenas férias escolares e os cinemas estão lotados. Confie em mim! Você vai se estressar com estacionamento, filas, etc. E agora?

 Com criatividade, espaço suficiente e os equipamentos corretos, o sonho de transformar sua sala em um cinema particular  pode ficar mais próximo da realidade. Três elementos essenciais começam a se tornar mais acessíveis ao consumidor brasileiro: projetores domésticos, centrais multimídia e aparelhos de som.

Com a quantidade de lúmens necessária para gerar imagens de qualidade durante a noite ou em salas escuras, os projetores portáteis e voltados ao consumidor comum se rechearam de recursos como alto-falantes, conexões e até leitores de DVD. Além disso, as centrais multimídia, que agregam todo o conteúdo da rede em uma interface amigável para a TV (ou no caso o projetor), já são fáceis de encontrar.

Instalando um projetor a 3 metros da parede é possível gerar uma tela de até 80 polegadas com qualidade, aproveitando os codecs de vídeo do media center para exibir seus filmes e séries, ou até mesmo acessar serviços de streaming como Netflix, YouTube, etc.

Para os que pensam em substituir a TV por algo mais cinematográfico pode rolar um cinema no 360 On The Park. que tal???

 Para mais informações

http://cyrela.com.br/info/rj/imovel/residencial/rio-de-janeiro/peninsula-barra/apartamento/360-on-the-park

Aqui no Rio de Janeiro tem um Brasil melhor!


Para quem questiona se no Brasil tem mesmo tantos investimentos e que vivemos de fato um momento bastante promissor e de muito desenvolvimento na economia, infraestrutura e qualidade de vida, veja o informativo publicado pelo governo.

É certeza para todos que as mudanças citadas abaixo estão de fato ocorrendo e já podemos sentir um clima de melhora pelo país e, principalmente, Rio de Janeiro.

Para melhorar o transporte, o escoamento da produção e o desenvolvimento do Estado:

  • Ampliação e modernização do Aeroporto Galeão
  • Construção do Corredor Expresso de Ônibus Transcarioca
  • Duplicação do Arco Rodoviário do Rio de Janeiro
  • Na indústria naval, plataforma P-57 já está em operação e a plataforma P-62 está em obras
  • Construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro – Comperj

Para melhorar a qualidade de vida das famílias cariocas:

  • Obras de urbanização como no Complexo do Alemão, Rocinha e Manguinhos
  • Obras de saneamento por todo o Estado, como na Fazenda dos Mineiros e Salgueiro em São Gonçalo, beneficiam 15,7 milhões de famílias
  • Drenagem urbana para combater as enchentes como na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, Teresópolis e Nova Friburgo, entre outras
  • O Minha Casa, Minha Vida vai realizar o sonho da casa própria de 100.436 famílias

Para superar a pobreza extrema:

  • Bolsa Família amplia benefícios, chegando a 750 mil famílias
  • Brasil Carinhoso tira miséria de 110 mil famílias com filhos de 0 a 6 anos, garantindo renda-mínima de 70 reais por pessoa. Amplia o acesso à saúde e aumenta vagas em creches.

Para melhorar o atendimento na saúde:

  • Medicamentos gratuitos para hipertensão e diabetes atendem 576.851 cariocas
  • 34 UPAs 24h em construção

Para melhorar a qualidade da Educação:

  • Novas creches e pré-escolas dão atenção à primeira infância. Até 2014, 501 unidades serão entregues
  • 48 mil vagas em cursos técnicos pelo Pronatec, nos Institutos Federais

Como isso influencia no mercado imobiliário? Com mais crédito, mais qualidade de vida e uma economia mais ativa, todos podem – e devem – buscar um lugar ainda melhor para viver. Todo investimento reflete ainda diretamente no desenvolvimento urbano. Como já havia sido citado no Seller On, o Rio está crescendo a passos largos e a agenda de acontecimentos da cidade também contribui para essas mudanças.

Aproveite a onda positiva e busque seu empreendimento novo. Seja para morar – com mais qualidade de vida – ou para investir – acompanhando o crescimento da economia!