Crédito imobiliário no Brasil


Os bancos do país continuam apostando em perspectivas positivas para o setor os setor imobiliário. Entre os argumentos que sustentam essa postura está o baixo nível do crédito imobiliário em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). Aqui, esse indicador está em 5,4% (R$ 229 bilhões). No Chile, país preferido para a comparação por se tratar de um emergente como o Brasil, o nível chega perto de 20% do PIB.

Se em 2020 a relação crédito imobiliário/PIB chegar a algo entre16% e 18% do PIB, como imaginamos, estamos falando de um montante adicional de cerca de R$ 500 bilhões nos próximos anos.

As estimativas sustentam-se fundamentalmente em duas razões. A primeira é o déficit habitacional brasileiro, que, segundo diferentes estatísticas, varia entre 5 milhões e 7 milhões de moradias. A segunda está relacionada à situação macroeconômica favorável à compra de imóveis. Para os próximos anos, os bancos projetam inflação sob controle, desemprego baixo e renda em expansão.

Há ainda um terceiro fator em potencial: queda dos juros cobrados dos clientes.

 

Com crédito farto e uma econômia forte, temos o cenário ideal para realizar o sonho da casa própria!

 

É hora de rever sua estratégia para a aposentadoria


Aconteceu hoje no UCI um evento com a brilhante presença de Roberto Zentgraf – especialista em finanças, colunista do jornal O Globo. O evento foi marcado por muitos esclarecimentos e uma visão clara do atual mercado imobiliário brasileiro. O panorama atual de juros em queda, inflação alta e incertezas na economia externa (minimizada pela atual eleição da Direita na Grécia) faz com que os ativos reais sejam cada vez mais uma boa opção de investimento.

Principalmente quando se pensa a longo prazo. A palestra, por vezes, seguiu a linha do que foi publicado pelo portal da Exame, na reportagem É hora de rever sua estratégia para a aposentadoria. Zentgraf mostrou as vantagens da proteção do capital e a possível alta rentabilidade do imóvel – especialmente no segmento de imóveis comerciais. A Exame aponta: “…ganhar dinheiro no longo prazo ficou mais difícil. E quem confiar apenas na segurança da renda fixa para acumular patrimônio terá que contar com uma rentabilidade bem mais baixa daqui para frente. Não adianta contar com um ganho real de mais de 4% ao ano, ou usar um simulador de previdência privada com rentabilidade de 10% ou 12% ao ano, sem descontar inflação. Até porque, mesmo os ganhos nominais de 12% ao ano na renda fixa conservadora podem não mais voltar.

(…)

Para o consultor financeiro e gerente geral do Instituto Nacional dos Investidores (INI) Mauro Calil, o brasileiro vai ter que começar a olhar com mais atenção a renda variável para a aposentadoria daqui para a frente. Outro fator fundamental é fazer a revisão e o rebalanceamento da carteira. “Não é simplesmente despejar dinheiro na aplicação, como estávamos acostumados a fazer, e dali a dez, quinze ou vinte anos ver o que está acontecendo”, alerta.

Cada vez mais o investimento no mercado imobiliário mostra-se seguro e rentável. E Roberto Zentgraf destaca: pensando na forma ideal de investimento, destinaria 20% no mercado financeiro de alta liquidez, 30% em ações e 50% em imóveis. Isso, claro, além do imóvel para residência que, segundo ele, deve ser a primeira aquisição de qualquer pessoa!

Aqui no Rio de Janeiro tem um Brasil melhor!


Para quem questiona se no Brasil tem mesmo tantos investimentos e que vivemos de fato um momento bastante promissor e de muito desenvolvimento na economia, infraestrutura e qualidade de vida, veja o informativo publicado pelo governo.

É certeza para todos que as mudanças citadas abaixo estão de fato ocorrendo e já podemos sentir um clima de melhora pelo país e, principalmente, Rio de Janeiro.

Para melhorar o transporte, o escoamento da produção e o desenvolvimento do Estado:

  • Ampliação e modernização do Aeroporto Galeão
  • Construção do Corredor Expresso de Ônibus Transcarioca
  • Duplicação do Arco Rodoviário do Rio de Janeiro
  • Na indústria naval, plataforma P-57 já está em operação e a plataforma P-62 está em obras
  • Construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro – Comperj

Para melhorar a qualidade de vida das famílias cariocas:

  • Obras de urbanização como no Complexo do Alemão, Rocinha e Manguinhos
  • Obras de saneamento por todo o Estado, como na Fazenda dos Mineiros e Salgueiro em São Gonçalo, beneficiam 15,7 milhões de famílias
  • Drenagem urbana para combater as enchentes como na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, Teresópolis e Nova Friburgo, entre outras
  • O Minha Casa, Minha Vida vai realizar o sonho da casa própria de 100.436 famílias

Para superar a pobreza extrema:

  • Bolsa Família amplia benefícios, chegando a 750 mil famílias
  • Brasil Carinhoso tira miséria de 110 mil famílias com filhos de 0 a 6 anos, garantindo renda-mínima de 70 reais por pessoa. Amplia o acesso à saúde e aumenta vagas em creches.

Para melhorar o atendimento na saúde:

  • Medicamentos gratuitos para hipertensão e diabetes atendem 576.851 cariocas
  • 34 UPAs 24h em construção

Para melhorar a qualidade da Educação:

  • Novas creches e pré-escolas dão atenção à primeira infância. Até 2014, 501 unidades serão entregues
  • 48 mil vagas em cursos técnicos pelo Pronatec, nos Institutos Federais

Como isso influencia no mercado imobiliário? Com mais crédito, mais qualidade de vida e uma economia mais ativa, todos podem – e devem – buscar um lugar ainda melhor para viver. Todo investimento reflete ainda diretamente no desenvolvimento urbano. Como já havia sido citado no Seller On, o Rio está crescendo a passos largos e a agenda de acontecimentos da cidade também contribui para essas mudanças.

Aproveite a onda positiva e busque seu empreendimento novo. Seja para morar – com mais qualidade de vida – ou para investir – acompanhando o crescimento da economia!

Bolha Imobiliária


A “bolha imobiliária” é assunto recorrente em conversas entre amigos – sejam especialistas ou não. Vale parar para entender o que é a bolha e pesquisar se ela existe aqui no Brasil. Quais são as diferenças e semelhanças entre a economia dos Estados Unidos e a nossa?

Para esclarecer os pontos,  a Folha de São Paulo publicou uma matéria exatamente sobre esse tema, no dia 14 de abril de 2012. No artigo, Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP diz que “Para existir bolha imobiliária, é preciso que os preços dos imóveis estejam artificialmente inflados, o que não existe em nosso mercado.

É importante conhecer os fatos para compará-los e tirar a correta conclusão. A crise econômica norte-americana teve origem nos chamados subprimes: os compradores de imóveis refinanciaram as suas hipotecas lastreadas por valores irreais de mercado.
(…)

Aqui, o cenário é bem diferente. O consistente crescimento do setor imobiliário decorreu de fatos específicos, como a diminuição de taxas de juros, a melhoria do poder aquisitivo de boa parte da população e a volta do crédito imobiliário, após uma lacuna de 20 anos que quase levou o mercado à estagnação.

(…)

O brasileiro valoriza a propriedade do bem. Quer quitar logo a dívida e ter a escritura do imóvel. Depois, fica livre para novos endividamentos, pois conta com a segurança de que a casa da família, patrimônio dos filhos, está garantida.
Na fase atual da nossa economia, não existe espaço para aumentos significativos, mas também não há risco de queda de preços. O mercado deve crescer na proporção direta do desempenho da economia.
Há bolha imobiliária? Definitivamente, não.

Leia a matéria completa no portal para investidores www.cyrelainvest.com.br. Assista também a alguns vídeos com respostas de especialistas do mercado imobiliário e tire suas dúvidas. Antes de investir, sinta-se seguro do bom momento que nossa economia vive!

Crescimento de 390% no mercado do Rio de Janeiro!


Que o mercado imobiliário do Rio de Janeiro vem crescendo muito, não é novidade. Mas os números de fato impressionam – 390% de crescimento na última década. É o que aponta a reportagem publicada no site da ADEMI-RJ (Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário).

No texto, destaca-se a atual demanda por imóveis comerciais, atendendo ao desenvolvimento dos bairros.

Confira o texto completo aqui.

Mais uma vez, a Barra é apontada como principal foco de lançamentos da cidade.

É o caso do bairro lançado pela RJZ Cyrela em parceria com a Carvalho Rosken – Cidade Jardim.

O local, com infraestrutura própria e um parque de 110 mil m², já conta com quatro empreendimentos lançados: Reserva Jardim, Reserva do Parque, Maayan e Majestic.

E, para atender a essa demanda, o Universe Empresarial já é um sucesso de vendas e está localizado no novo centro metropolitano do Rio de Janeiro – uma área de quatro milhões de m², exatamente ao lado do Shopping Metropolitano.

Aproveite os lançamentos e acompanhe o crescimento da capital mais pujante do Brasil!