Lições do Banco Imobiliário para a vida real


Um dos jogos de tabuleiro mais populares entre os brasileiros, o Banco Imobiliário pode ser uma boa aula do que fazer ou não com o dinheiro. Vamos mostrar quais regras do jogo se aplicam ou não à realidade dos investimentos e o que elas podem ensinar.

Tenhamos em mente  o objetivo que é “conseguir conquistar a maior fortuna, sendo o único jogador a não ir à falência”.

“Propriedades com hotel possuem aluguel bem mais alto”

Segundo o manual do jogo, os hotéis são “um grande negócio”. Certo! Em termos imobiliários os hotéis são mais lucrativos, pois além do serviço de aluguel do espaço em si, que pode ter uma ocupação maior que 100% – apesar de não ser comum -, o hotel pode lucrar com serviços adicionais de cozinha, bar, equipamentos, etc. Por isso, ainda que sua manutenção seja elevada, seu lucro deve ser maior que o aluguel tradicional de residências

Para os pequenos investidores, comprar um hotel pode ser algo bem distante da realidade, mas é possível investir em um ou mais hotéis comprando cotas de Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs). Os FIIs possibilitam que se invista em imóveis, sem comprá-los diretamente. Por meio de uma corretora, o investidor compra cotas do fundo, que investe em um ou mais imóveis comerciais, corporativos, residenciais e outros para ganhar com sua valorização ou com a renda dos aluguéis. Eles também podem investir em recebíveis imobiliários, que são papéis com lastro em imóveis, como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Letras de Crédito Imobiliário (LCIs).

Cada fundo possui uma estratégia, mas de fato, os fundos que investem em imóveis comerciais e em hotéis, são bastante recomendados por especialistas, por sua renda ser proveniente de empresas e não pessoas físicas, que apresentam maior risco de inadimplência.

“Ao parar em uma casa sorte-revés, sorteie uma carta deste monte e cumpra o que indica a carta”

As cartas “sorte ou revés”, ou na versão do Super Banco Imobiliário, as cartas “notícias”, determinam que o jogador pague ou receba determinada quantia em virtude de diferentes situações, como o pagamento de uma multa, a aplicação em um fundo de investimentos, ou uma aposta contra outros jogadores.

Todo investimento está sujeito a fatores externos e as cartas “sorte ou revés” refletem os fatores imponderáveis a que todos estão sujeitos. Algo que sempre achei interessante neste jogo é que os jogadores que estão indo bem não querem cair nesta casa pois podem “tirar um revés” enquanto que os que estão indo mal, seja por que os dados não lhe favorecem, seja por falta de estratégia, acabam por depositar suas esperanças no monte do sorte ou revés torcendo. Nesse momento podemos ver aspectos da natureza humana relativos ao comportamento nos investimentos e no trato com o dinheiro.

Apesar de no dia a dia nos depararmos com o imponderável, no mundo real muitas vezes os resultados de atitudes tomadas em relação à vida financeira podem ser muito mais determinantes que os golpes de sorte ou azar. Por isso, grandes investidores não negam que o acaso possa lhes ter ajudado a alcançar o sucesso, mas costumam dizer que o conhecimento sobre o mercado é fator crucial para qualquer um alcançar seus objetivos financeiros.

“Nas casas ‘Receita Federal’ e ‘Restituição de Imposto de Renda’ você deve cumprir o que indica o tabuleiro”. 

O tabuleiro sempre indica que ao cair nessas casas o jogador pague ou receba 2.000 reais pelo imposto de renda. O que no jogo aparece de uma forma bastante simples, na vida real se revela bem mais complexo – e os contribuintes bem sabem disso. O contribuinte precisa informar na declaração o seu rendimento no ano, todas as despesas, as possibilidades de reduções na tributação e verificar se pelo resultado vai ter imposto a pagar ou imposto a ser restituído.

E o valor do imposto a ser pago ou restituído dificilmente se repetirá. A tributação varia entre 7,5% a 27,5% da renda anual do contribuinte e pode sofrer diversas variações de ano para ano.

Além disso, se na vida real um contribuinte fizesse a quantidade de transações de imóveis e obtivesse com elas os mesmos lucros que tem no jogo, provavelmente ele teria que pagar mais de 2.000 reais à Receita Federal. Quando há ganho de capital na venda, o proprietário é tributado à alíquota de 15% sobre os ganhos [nos casos em que não há isenção do imposto]. E no caso do aluguel, se o rendimento obtido superar R$1.637,11 começa a incidir a tabela que de imposto a pagar ou não.

“Diversificar é a palavra de ordem no mundo dos negócios. As companhias são empresas de diferentes ramos que podem proporcionar muito lucro a seu proprietário”

Uma das maiores recomendações dos especialistas, a diversificação dos investimentos, também é passada aos jogadores no manual do jogo. A diversificação serve principalmente para trazer estabilidade de caixa e para que os reveses da vida não eliminem seus lucros de forma rápida.

De fato, se todos os recursos forem destinados para um único investimento, os riscos são muito maiores do que se forem destinados a diferentes aplicações. Os investidores podem diversificar suas aplicações de diversas maneiras, de acordo com o seu perfil. Para um investidor mais conservador, por exemplo, é possível diversificar investimentos em renda fixa, aplicando não só na poupança, mas em títulos públicos, CDBs, fundos de renda fixa. Ter uma parcela dos investimentos na renda variável também permite maiores retornos, apesar do maior risco. Para quem está começando a investir, fundos de investimento podem ser uma boa opção, eles contam com um profissional para escolher os ativos e já vêm com uma estratégia pronta de diversificação.

“Quando conseguir ter todas as propriedades do mesmo grupo de cores, você terá direito a construir casas […]. Para construir uma segunda casa em uma propriedade, todas as outras do grupo deverão ter pelo menos uma casa”

 

Apesar de se aplicar estritamente ao jogo, há certa lógica nessa regra. Na verdade, você pode construir o que quiser, na ordem que bem entender, mas a regra aqui procura espelhar dificuldades que encontramos, como a falta de recursos, de mão de obra ou ainda de tempo para tocar todos os projetos que gostaríamos. Este é o exercício da paciência e obediência a normas que todos devemos ter.

“Sabe aquela propriedade que falta para você completar um grupo e que está com o adversário? Você pode a qualquer momento do jogo fazer uma oferta pela propriedade tão desejada, desde que esta não tenha construções. Todos os jogadores podem comprar ou vender propriedades a qualquer momento. Caso alguém queira negociar uma propriedade com imóveis, primeiramente deverá vender as casas ou o hotel ao banco pela metade do valor pago, para só então negociar o título de posse”. 

Vender casas ou hotéis pela metade do valor pago na aquisição parece algo pouco provável, ou nada desejável. Mas, no jogo, pode valer a pena se depois o adversário pagar um determinado valor pela “propriedade” (que no jogo seria a rua, bairro ou praça) que compense o prejuízo com a venda do hotel ou casa. O título da Avenida Ipiranga, por exemplo, custa 1.000 reais e um hotel na avenida custa 5.000 reais, portanto, por mais que o hotel seja vendido por 2.500 reais ao banco e o jogador perca 2.500 reais, se o adversário lhe oferecer 3.000 reais pela avenida, ele terá lucrado 500 reais.

O exemplo pode se comparar a situações em que proprietários perdem dinheiro pela falta de liquidez, ou seja, falta de compradores interessados em comprar o imóvel em determinado momento. A liquidez de um imóvel sempre custará um prêmio, mas ele pode ser compensado na próxima negociação. Quem precisa de liquidez na vida real terá que descontar 20% ou 30% para acelerar a negociação.

O risco de liquidez também está presente em outros investimentos. Por isso, na hora de escolher entre aplicações é importante observar qual é a liquidez de cada uma delas. Um investimento em um título público, por exemplo, pode ser bastante rentável se levado ao vencimento, quando o prêmio acordado é pago, mas se precisar ser vendido antes do prazo final, e o investidor não encontrar compradores, ele pode ser negociado por um valor abaixo do que foi pago inicialmente.

“Ações de empresas podem proporcionar muito lucro aos seus proprietários”

Uma das regras do Super Banco Imobiliário, no qual a compra de companhias de outras versões foi substituída por compra de ações, permite que o acionista receba lucro com as ações, que seriam os dividendos, e compre ações – tudo com o cartão de crédito.

Apesar de não ser nada realista este tipo de operação, esta seria uma grande evolução no sistema financeiro nacional, se fosse adotada. Você poderia investir em um fundo e faria depósitos e saques de seu fundo usando o cartão de crédito sem passar pela conta corrente do banco. O mesmo para ações, usaria seu cartão para comprar ações e receberia dividendos como créditos do cartão, sem passar pela conta corrente.

Dessa você ainda não sabia, não é?

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Os estrangeiros e o mercado imobiliário


Com a expansão da nossa economia, pessoas dos mais diversos países estão buscando aqui novas oportunidades de negócios no mercado imobiliário

Esta semana, estava lendo as notícias do dia num grande portal da internet e me chamou atenção uma matéria em relação ao aumento dos investimentos estrangeiros em imóveis no Brasil. Com a expansão da nossa economia, pessoas dos mais diversos países do mundo estão buscando aqui novas oportunidades de negócios no mercado imobiliário, que está cada dia mais valorizado.

O volume de negociações nas imobiliárias disparou. De acordo com dados que andei observando, grandes imobiliárias brasileiras tiveram seu faturamento de negócios com os estrangeiros dobrado no ano passado, fato que deve se repetir em 2012.
Os imóveis em nosso país se valorizaram muito nos últimos anos, especialmente nas grandes capitais. Isso aconteceu desde o início da queda das taxas de juros, em 2003, quando o volume de crédito aumentou e a procura cresceu.

PERFIL DOS INVESTIDORES

Mas, afinal, quem são estes estrangeiros que compram imóveis aqui? De acordo com os corretores, o perfil é bastante variado. Há residentes no exterior que passam poucos meses aqui e que alugam suas casas para ganhar dinheiro; há muitos executivos que vêm para o Brasil a trabalho; e há também pessoas interessadas em multiplicar seu capital com a rentabilidade do aluguel ou com a revenda das propriedades.

Os valores médios dos negócios variam entre 1 e 4 milhões de reais e os investidores geralmente procuram bairros charmosos e nobres. A taxa de retorno para quem investe aqui é bastante positiva, com uma média de 12% ao ano, o dobro da Alemanha. E nosso preço ainda é baixo, se comparado a outros países do mundo. Tudo isso colabora para incentivar os estrangeiros.

E O BRASILEIRO?

Neste cenário, o brasileiro também vê o imóvel como um importante investimento. Para ele, trata-se de uma boa opção de reserva de uma aposta na valorização deste bem e um valor para o longo prazo. Ele também pensa no recebimento de aluguéis como uma forma conservadora e segura de consolidar seu patrimônio.

O investidor brasileiro pensa na valorização que terá em alguns anos, o que é uma forma de ganhar dinheiro para o futuro. O imóvel é algo palpável, que o brasileiro sente poder confiar, por isso, para ele, é culturalmente um investimento interessante. O primeiro imóvel ele compra geralmente por necessidade; o terceiro, geralmente é um investimento.

Um mercado imobiliário aquecido é muito interessante. Movimentando a cadeia produtiva da construção, geramos  riqueza para o país!

Aqui no Rio de Janeiro tem um Brasil melhor!


Para quem questiona se no Brasil tem mesmo tantos investimentos e que vivemos de fato um momento bastante promissor e de muito desenvolvimento na economia, infraestrutura e qualidade de vida, veja o informativo publicado pelo governo.

É certeza para todos que as mudanças citadas abaixo estão de fato ocorrendo e já podemos sentir um clima de melhora pelo país e, principalmente, Rio de Janeiro.

Para melhorar o transporte, o escoamento da produção e o desenvolvimento do Estado:

  • Ampliação e modernização do Aeroporto Galeão
  • Construção do Corredor Expresso de Ônibus Transcarioca
  • Duplicação do Arco Rodoviário do Rio de Janeiro
  • Na indústria naval, plataforma P-57 já está em operação e a plataforma P-62 está em obras
  • Construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro – Comperj

Para melhorar a qualidade de vida das famílias cariocas:

  • Obras de urbanização como no Complexo do Alemão, Rocinha e Manguinhos
  • Obras de saneamento por todo o Estado, como na Fazenda dos Mineiros e Salgueiro em São Gonçalo, beneficiam 15,7 milhões de famílias
  • Drenagem urbana para combater as enchentes como na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, Teresópolis e Nova Friburgo, entre outras
  • O Minha Casa, Minha Vida vai realizar o sonho da casa própria de 100.436 famílias

Para superar a pobreza extrema:

  • Bolsa Família amplia benefícios, chegando a 750 mil famílias
  • Brasil Carinhoso tira miséria de 110 mil famílias com filhos de 0 a 6 anos, garantindo renda-mínima de 70 reais por pessoa. Amplia o acesso à saúde e aumenta vagas em creches.

Para melhorar o atendimento na saúde:

  • Medicamentos gratuitos para hipertensão e diabetes atendem 576.851 cariocas
  • 34 UPAs 24h em construção

Para melhorar a qualidade da Educação:

  • Novas creches e pré-escolas dão atenção à primeira infância. Até 2014, 501 unidades serão entregues
  • 48 mil vagas em cursos técnicos pelo Pronatec, nos Institutos Federais

Como isso influencia no mercado imobiliário? Com mais crédito, mais qualidade de vida e uma economia mais ativa, todos podem – e devem – buscar um lugar ainda melhor para viver. Todo investimento reflete ainda diretamente no desenvolvimento urbano. Como já havia sido citado no Seller On, o Rio está crescendo a passos largos e a agenda de acontecimentos da cidade também contribui para essas mudanças.

Aproveite a onda positiva e busque seu empreendimento novo. Seja para morar – com mais qualidade de vida – ou para investir – acompanhando o crescimento da economia!

Valorização ou estabilidade dos preços?


Quem optou por investir em imóveis nos últimos anos “anda rindo à toa”. A valorização crescente fez com que os proprietários de apartamentos lucrassem um bom dinheiro em um curto espaço de tempo – foi o que relatou a revista exame, em reportagem da edição do dia 16 de maio.

Observando o aumento de até 100% que o preço dos imóveis sofreu, muitos concluem que já não vale à pena investir em apartamentos por que o valor já atingiu o teto e não haverá lucro nesse setor. No entanto, estudos nos mostram o contrário – o país ainda está numa crescente, pois o preço do metro quadrado ainda é menor que em muitos países e vai continuar subindo. Esse dado também é visível quando analisamos o mercado imobiliário. A demanda ainda é grande e os preços acompanham essa procura.

Para quem ainda tem um dinheiro guardado, vale apostar nesse investimento!

Procurando regiões ainda em desenvolvimento em grandes centros, é possível obter um bom retorno. É o caso da Estrada dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro. Muito próxima do futuro Parque Olímpico, a área que está no foco dos grandes investimentos e tem fácil acesso aos demais pontos da cidade.

É por isso que a Estrada dos Bandeirantes também está no portfólio da RJZ Cyrela. São alguns empreendimentos que contribuirão com a consolidação da região – como o Floris, condomínio com seis torres residenciais e apartamentos de 2, 3 e 4 quartos.

O lazer completo proporciona qualidade de vida e agrega ainda mais valor ao empreendimento.

Conheça a “nova cara” que a RJZ Cyrela já está dando para a Estrada dos Bandeirantes!

O que vai acontecer com o Rio de Janeiro?


Nos últimos tempos, temos ouvido que a cidade do Rio de Janeiro está se desenvolvendo e que agora é a hora de investir por aqui. Copa do Mundo, Olimpíadas etc…

Na verdade, além dos eventos esportivos, serão muitos investimentos em todo o Estado do Rio de Janeiro – que tendem a valorizar também a Capital.

De acordo com a FIRJAN, “O Rio de Janeiro vai receber, de 2011 a 2013, investimentos públicos e privados que somarão R$ 181,4 bilhões. Comparado com a dimensão territorial do estado (43,7 mil km2), o volume do investimento é de mais de R$ 4 milhões por quilômetro quadrado, fazendo do Rio o maior concentrador de investimentos do mundo.
(…)
No setor de infraestrutura serão investidos R$ 36,3 bilhões; na indústria de transformação, R$ 29,5 bilhões; e, em turismo, R$ 1 bilhão. O setor de Petróleo e Gás receberá cerca de R$ 107,9 bilhões em investimentos da Petrobras e de empresas parcerias. E, para os demais setores, está previsto o total de R$ 6,7 bilhões.

Os principais investimentos são:

  • Os projetos relacionados à Copa do Mundo e aos Jogos Olímpicos (R$ 11,5 bilhões);
  • Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (R$ 9,1 bilhões);
  • Usina termonuclear Angra 3 (R$ 8 bilhões);
  • Usina Termelétrica Porto do Açu Energia S.A. (R$ 5,1 bilhões);
  • Estaleiro da Marinha do Brasil / Prosub (R$ 3,8 bilhões);
  • Estaleiro OSX (R$ 2,3 bilhões);
  • Siderúrgica Gerdau – Consigua (R$ 2 bilhões).”

Projeto “Porto Maravilha”

Os diferentes investimentos farão a cidade do Rio de Janeiro “tirar o atraso” também no mercado imobiliário. Durante anos a Capital se desenvolveu a passos lentos e agora é a hora e aproveitar essa onda positiva!

E já é possível sentir esse clima favorável, não é mesmo?