Vantagens do imóvel na planta


Comprar um imóvel na planta tem muitas vantagens e a principal é a condição de pagamento. Quando você compra um imóvel pronto, precisa dar pelo menos uma entrada, e financiar o resto. No caso de um apartamento em construção, a entrada pode ser dividida em várias vezes. E depois, o comprador pode escolher se quita ou financia o saldo devedor.

Mas comprar um imóvel na planta exige mais cuidados do que adquirir um pronto. Isso porque você está comprando um projeto, uma idéia, e precisa ter certeza de que ela vai se concretizar.

É importante pesquisar o histórico da construtora, conversar bastante com o corretor e sempre que possível acompanhar de perto a obra.

 
Além disso é recomendável analisar o contrato com calma, pedir o detalhamento da obra, material que será usado, etc.

 

Se você se animou para comprar um imóvel aproveite o momento e use as dicas abaixo:

1 – Na hora de comprar o imóvel na planta, pense duas vezes antes de agir. Escolha com calma para não ter problema mais tarde.

2 – Leia atentamente o contrato. Procure saber todos os seus direitos e também as obrigações da construtora.

3 – Tudo o que a construtora prometeu deve estar no contrato. Se não estiver, peça para colocar no papel. Isso te resguarda de um eventual “disse me disse”.

 4 – Pesquise sobre o local do imóvel antes de assinar o contrato. Ele está valorizado? Tem transporte fácil, hospital, escola e comércio? 

5 – Procure conhecer  o local do imóvel pessoalmente.

6 – Preste atenção na maquete, porque ela ajuda a eliminar algumas dúvidas e dá uma boa noção espacial do imóvel e sua distribuição no terreno. Escolha seu apartamento por ela.

Em se falando de maquete há uma com 90m² no Expo Barra, estande da RJZ Cyrela e Carvalho Hosken na Av Abelardo Bueno.

Ela mostra os projetos do Cidade Jardim e do Centro Metropolitano, bairros planejados que estão sendo construídos em parceria pelas empresas no encontro das avenidas Abelardo Bueno e Ayrton Senna.

O estande, um showroom de imóveis, recebeu investimento inicial de R$10 milhões. O apartamento decorado do lançamento Majestic está lá. O condomínio que está sendo erguido no Cidade Jardim terá oito edifícios  de altíssimo padrão. Outro ponto alto na maquete é o Shopping Metropolitano Barra, projeto de CCP com RJZ Cyrela e Carvalho Hosken. Ele terá 223 lojas. Renner, Riachuelo e Cinemark estão entre as âncoras confirmadas.

Igualdade social: bom para o Brasil, bom para todos!


Já falamos algumas vezes sobre o cenário econômico favorável e o bom momento do mercado imobiliário. Mas de nada adiantaria se a população como um todo não fosse beneficiada. O que finalmente percebemos no Brasil é redução do desemprego, melhora do IDH e, especialmente, uma melhora na distribuição de renda com expressivo aumento de cidadãos na classe C.

Uma pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) prevê que já em 2015 essa classe média será responsável pelo consumo equivalente ao das classes A e B somadas. Segundo a pesquisa, o País passa por um forte processo de crescimento do mercado consumidor. Em 2003, as classes A, B e C representavam cerca de 49% das famílias brasileiras e atualmente essa proporção chega a 61%. “Em 2003, menos da metade dos brasileiros se encontrava em um patamar médio de consumo, enquanto hoje quase dois terços da população já alcançou esse patamar”, afirma o estudo. “O Brasil de 2020 será um dos maiores mercados consumidores e uma das maiores economias globais.”

Essa é mais uma variável que somada a um cenário altamente favorecido pelo ambiente macroeconômico e progressos na legislação aponta no investimento em imóveis grandes vantagens por sua solidez, segurança e em especial pelo potencial de crescimento futuro do mercado consumidor.

A compra de unidades comerciais ou residenciais traz hoje grande valorização e rentabilidade para os investidores, gerada com aluguel e revenda para os novos entrantes no mercado de mais alto padrão.

Evolução da distribuição de renda no Brasil (%) – Milhões de pessoas

 

Enfim, o cenário  de estabilidade econômica com a expansão da classe média, nível de desemprego reduzido e elevação do poder de compra se alia ao aumento da renda e da oferta de crédito para apresentar as melhores perspectivas possíveis para o ramo imobiliário.

Artigo Folha de SP em 1994

Direto do túnel do tempo: imóvel sempre foi um bom negócio!?!


Independente da geração em que tivemos nossa infância ou adolescência, é sempre bom lembrar os ícones que marcaram nossa vida.

Nas redes sociais os posts que relembram as décadas de 80 e 90 se multiplicam e entre festas ploc, roupas coloridas ou guloseimas extintas todos revivemos os momentos passados.

Mas e a economia? Qual era o melhor investimento em meio a uma inflação galopante, bruscas mudanças políticas, implantação do plano Real?!

Achamos esse artigo da Folha de SP de 1994 que ratifica que naquela ocasião assim, como hoje, o imóvel era uma ótima opção pois “…não são sequestráveis, …, nem hipertributáveis como as demais aplicações financeiras, nem manipuláveis como as moedas estrangeiras e as ações, nem afanáveis como o ouro e joias e nem desmancháveis como os cintilantes bólidos de quatro rodas”.

A segurança de um bem real é atemporal!  

Artigo Folha de SP em 1994

Desde então só houve melhorias sejam elas a segurança com a nova legislação das incorporações oferta de crédito, estabilidade econômica  e, especialmente, qualidade dos profissionais do mercado imobiliário.

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É hora de rever sua estratégia para a aposentadoria


Aconteceu hoje no UCI um evento com a brilhante presença de Roberto Zentgraf – especialista em finanças, colunista do jornal O Globo. O evento foi marcado por muitos esclarecimentos e uma visão clara do atual mercado imobiliário brasileiro. O panorama atual de juros em queda, inflação alta e incertezas na economia externa (minimizada pela atual eleição da Direita na Grécia) faz com que os ativos reais sejam cada vez mais uma boa opção de investimento.

Principalmente quando se pensa a longo prazo. A palestra, por vezes, seguiu a linha do que foi publicado pelo portal da Exame, na reportagem É hora de rever sua estratégia para a aposentadoria. Zentgraf mostrou as vantagens da proteção do capital e a possível alta rentabilidade do imóvel – especialmente no segmento de imóveis comerciais. A Exame aponta: “…ganhar dinheiro no longo prazo ficou mais difícil. E quem confiar apenas na segurança da renda fixa para acumular patrimônio terá que contar com uma rentabilidade bem mais baixa daqui para frente. Não adianta contar com um ganho real de mais de 4% ao ano, ou usar um simulador de previdência privada com rentabilidade de 10% ou 12% ao ano, sem descontar inflação. Até porque, mesmo os ganhos nominais de 12% ao ano na renda fixa conservadora podem não mais voltar.

(…)

Para o consultor financeiro e gerente geral do Instituto Nacional dos Investidores (INI) Mauro Calil, o brasileiro vai ter que começar a olhar com mais atenção a renda variável para a aposentadoria daqui para a frente. Outro fator fundamental é fazer a revisão e o rebalanceamento da carteira. “Não é simplesmente despejar dinheiro na aplicação, como estávamos acostumados a fazer, e dali a dez, quinze ou vinte anos ver o que está acontecendo”, alerta.

Cada vez mais o investimento no mercado imobiliário mostra-se seguro e rentável. E Roberto Zentgraf destaca: pensando na forma ideal de investimento, destinaria 20% no mercado financeiro de alta liquidez, 30% em ações e 50% em imóveis. Isso, claro, além do imóvel para residência que, segundo ele, deve ser a primeira aquisição de qualquer pessoa!

O Brasil já tem os olhos do mundo!!


Com a economia crescendo e a quantidade de eventos sediados pelo Brasil, vem aumentando o número de estrangeiros investindo em imóveis por aqui. É o que mostra a reportagem do jornal Brasil Econômico.

No Brasil, para que um estrangeiro possa assumir um financiamento imobiliário ele precisa receber o visto permanente – processo que também teve um aumento de 30% no último ano. Esse fato se deve, em parte, à instalação de empresas internacionais no Brasil. Executivos e funcionários vindo trabalhar aqui que decidem comprar um imóvel. Isso porque, no exterior, a prática de financiamento é bastante comum. Eles não estão acostumados a alugar apartamentos e sim a comprá-los – mesmo que as taxas de juros ainda sejam maiores no Brasil.

Veja algumas opções de imóveis próximos ao centro de desenvolvimento da cidade do Rio de Janeiro – o Cidade Jardim:

Condomínio Reserva do Parque

Condomínio Reserva Jardim

Você pode não saber, mas é um milionário.


O blog especializado em finanças “dinheirama” publicou um artigo com o inquietante título: “Você pode não saber, mas é um milionário”. O texto aponta o potencial que todos, com boa organização financeira, podem ter para chegar ao seu primeiro milhão – seja em espécie ou em bens.

A visão de Fernando Nitz de Carvalho, autor da matéria, é bastante real. Se utilizarmos nossos recursos de forma correta e soubermos onde e quando investir, podemos sim alcançar alguns sonhos que talvez nos pareçam distantes, como o de um imóvel novo.

O artigo aponta algumas diretrizes: “Claro que o objetivo não deve ser simplesmente acumular, mas sim segurança, qualidade de vida e realizar sonhos como uma viagem, um carro desejado ou uma confortável casa própria. Adicionalmente, o fato de investir não deve ser impeditivo de aproveitar o momento presente, mas de garantir um momento futuro com conforto e tranquilidade. Desta forma, o quando antes você planejar seus objetivos de longo prazo e iniciar seus investimentos, com disciplina e constantemente, mais fácil você chegará lá. Se existe mesmo uma receita mágica para enriquecer, um ingrediente relevante é e será sempre a paciência”.

Uma boa forma de aumentar seu patrimônio é com o investimento em imóveis ainda na planta. Com um bom fluxo de pagamento, seu dinheiro pode ter um rendimento superior a maioria dos fundos. A RJZ Cyrela prepara para esta semana o lançamento da última torre do empreendimento Maayan – Cidade Jardim. O condomínio, com unidades de 2 e 3 quartos, é uma excelente opção de investimento, já que a região tende a uma valorização ainda bastante grande. O Maayan contará ainda com lazer completo e serviços como um flat.

Colocar o seu dinheiro em imóveis pode ser uma boa forma de construir seu “milhão” e ainda usufruir de mais qualidade de vida!

Financiar imóvel vira boa opção de aplicação


Com as mudanças no cenário econômico brasileiro, uma nova situação vem se desenhando. As modalidades de investimento tem se diversificado e, aplicar dinheiro em fundos imobiliários passou a ser uma excelente opção. O desenvolvimento do mercado imobiliário brasileiro, aliado à queda dos juros e à demanda por crédito imobiliário vem garantindo um bom retorno aos investidores.

É o que mostra a reportagem da Folha de São Paulo publicada em 17/05/2012.

“Para emprestar dinheiro a quem quer comprar a casa própria, o banco pega da caderneta de poupança de outros clientes, pagando um juro pequeno e cobrando um tanto mais do mutuário. Só que o financiamento de imóveis dobra a cada dois anos e os depósitos na caderneta crescem 10% ao ano.

O resultado é que, no mais tardar em 2014, a poupança não será mais suficiente para carregar todo o crédito imobiliário nas costas.

Como ocorre no mundo todo, a solução será apelar ao conjunto de investidores-fundos de pensão, gestores de investimento, seguradoras e o investidor pessoa física.

Até agora, havia pouco interesse dos investidores. Afinal, por que assumir o risco de calote dos mutuários para ganhar de 9% a 12% se dá para levar mais emprestando sem perigo ao governo?

A boa notícia é que os juros do governo caíram muito (a previsão é de 8,5% no final do mês) e hoje 9% ao ano é uma taxa bastante alta.

Quase nenhuma aplicação atrelada a juros rende 12% – taxa paga por títulos de dívida que representam empréstimos feitos pelos bancos ou construtoras que têm imóveis como garantia.

“Os juros baixos ajudam muito nosso negócio. Temos mais investidor interessado em comprar título imobiliário do que empréstimo disponível para investimento”, diz Fernando Cruz, diretor da Brazilian Mortgages, a maior empresa brasileira que transforma dívida imobiliária em aplicação – a securitização.

ISENÇÃO DE IR

Para o investidor pessoa física, há a vantagem de não pagar Imposto de Renda quando aplica em títulos ou em fundos imobiliários.

Alguns fundos imobiliários, como o do shopping Higienópolis (centro de SP), pagam ao investidor pessoa física rendimento mensal líquido de até 0,87% direto na conta, como se fosse um aluguel, sem a desvantagem de empatar dinheiro em um imóvel. O fundo é cotado na Bolsa, mas ninguém consegue comprá-lo porque não há cotista disposto a vendê-lo.

Enquanto a poupança trouxe R$ 71,68 bilhões para financiar a casa própria em 2011, os investidores do mercado de capitais foram responsáveis por comprar R$ 13,61 bilhões em títulos de dívida imobiliária – aumento de 60% em relação a 2010.

Só os fundos de investimento imobiliário, que compram grande parte desses papéis, somaram R$ 8,23 bilhões em recursos – alta de 89,2% em relação a 2010.

COMERCIAIS

A securitização ainda é mais comum em imóveis comerciais. Nos fundos, 55% têm escritório como garantia.

“Houve uma mudança de foco desse mercado, que está mais pulverizado e com uma presença maior de empreendimentos residenciais”, afirma Fernando Brasileiro, presidente da Cibrasec, segunda maior securitizadora.

“Historicamente, os grandes compradores eram os bancos e as operações eram comerciais -shoppings, escritórios, hospitais. Agora, você começa a vender mais para pessoa física, que tem benefício fiscal”, diz Brasileiro.”

 Podemos concluir que o mercado imobiliário continua crescendo e se fortalecendo no Brasil. Ainda há espaço para desenvolvimento!