Barra da Tijuca – história moderna


Em 1900, as terras da Baixada de Jacarepaguá foram vendidas para a Empresa Saneadora Territorial e Agrícola S.A. (ESTA), ainda hoje grande proprietária de terras na área. A concentração de grandes extensões de terras em mãos de poucos foi uma das causas do crescimento tardio, além da dificuldade de acesso à região, por estar separada do restante do município por grandes cadeias montanhosas, com picos que variam de 800 a 1200 metros.

A ocupação efetiva da região deu-se inicialmente pelas suas extremidades, tanto no atual  Jardim Oceânico quanto no Recreio dos Bandeirantes, que possuem as mesmas regras urbanísticas e limites de construção, diferenciados de todo o restante da região. Para atender aos novos loteamentos do Jardim Oceânico, foi construída pela iniciativa privada a Ponte Nova sobre a lagoa da Tijuca.

O grande marco do início do desenvolvimento da Barra, no entanto, se deu na administração do governador do estado da Guanabara Negrão de Lima, que encomendou ao urbanista Lúcio Costa um projeto urbanístico para a região. O Plano Piloto da Barra da Tijuca de 1969, similar ao Plano de Brasília, de inspiração no urbanismo racionalista, com grandes avenidas e grandes espaços abertos, marcou definitivamente o início do estilo de vida peculiar da Barra.

Barra em 1971

No final da década de 1960, foi construída a Auto-Estrada Lagoa-Barra, que possibilitou o maior desenvolvimento, diminuindo o tempo de transporte para a zona sul da cidade do Rio. Por essa mesma época consolidaram-se grandes condomínios fechados, inspirados num então novo modelo de vida, com destaque para o Nova Ipanema e o Novo Leblon.

Barra 1980

Na década de 1990, outro grande marco urbanístico que possibilitou melhor ligação com a Zona Norte da cidade do Rio foi a criação da Linha Amarela, via expressa que liga a Barra da Tijuca à Ilha do Fundão. A partir de então, o crescimento da Barra tem se caracterizado por grandes afluências de pessoas de todas as partes da região metropolitana do Rio.

Projeto Cidade da Barra

Durante os anos 1980, a Barra da Tijuca viveu uma explosão demográfica, com praticamente todos os terrenos ao longo das suas avenidas ocupados por grandes condomínios residenciais, parques, supermercados, shopping centers, escolas, hospitais. As avenidas foram duplicadas e receberam sinalização.

Barra 1988

De lá pra cá aconteceu a explosão demográfica que testemunhamos:

Barra 1999

 

Praia da Barra
Praia da Barra – domingo de sol

 

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5 Razões para você investir em imóveis para alugar


Existem muitas razões para que você considere como opção de investimento, ter um ou mais imóveis para locação. Quero dividir 5 dessas boas razões com você.

O que me leva a escrever este artigo, extamente na data de hoje, foi a notícia de que o índice de vancância dos (imóveis desocupados vs. imóveis locados) das unidades comerciais na Tijuca é quase 0.  Trata-se de um excelente investimento. Ainda que você seja fã da bolsa ou outras modalidades com mais ou menos riscos.

Vamos as razões:
VOCÊ SEMPRE GANHA DINHEIRO

Imóvel é o tipo de bem com o qual você sempre ganha dinheiro. Nossos avós ganharam, nossos pais ganharam e você e eu, seguramente, ganharemos.

E isso deve ocorrer por muitas gerações ainda, pois a carência de unidades habitacionais é de milhões. Nem o governo nem a iniciativa privada, tem dinheiro para produzir tantos imóveis, pelo menos, nas próximas décadas, não.

ESTE É E CONTINUARÁ SENDO UM PRODUTO EM ESCASSEZ

E por isso não desvalorizará tão cedo. Uma parte dos especialistas dizem que os preços podem até se estabilizar, mas não cairão. Outra parte, afirma que o preço continuará subindo.

Muitos motivos garantem o preço alto tanto para compra quanto para locação de imóveis:

_ Jovens se tornam adultos e querem sair da casa dos pais, morar sozinhos;
– Casais se separam e se faz necessário um novo imóvel na maioria dos casos (tem gente que se separa e continua morando junto, separe-se no papel apenas);
– Casais se formam e precisam de um lugar para viver;
– Terrenos estão ficando escassos;
– A oferta de crédito para compra do imóvel melhorou, mas falta muito, para ser o suficiente;
– O alto preço do metro quadrado, inviabiliza a compra e favorece a locação.

Essa escassez, numa economia normal, o produto não baixa de preço e tem demanda. Você hoje, não fica com um imóvel desocupado por muito tempo, o que era o temor dos investidores, há alguns anos. Invista neles!

É SÓLIDO

Diferentemente do dinheiro num banco, um presidente da república, não bloqueia seu imóvel. Também sou favorável a tese de que o vento não leva, o ladrão não furta e o fogo não queima (quase nunca – se for de madeira, há mais perigo).

SERVE PARA FAZER MAIS DINHEIRO

O fato de você possuir escrituras em seu nome, facilita e muito, a obtenção de empréstimos (claro, se for dos bons, empréstimos saudáveis, para fazer mais dinheiro) em banco, para o caso de oportunidades e empreendimentos e até mesmo, utilizar como garantia, para comprar ou construir, mais imóveis. A coisa é fantástica, vira uma roda de fazer dinheiro.

Claro que existem os contras e o que mais pesa é o fato de você mobilizar seu capital e perder oportunidades. A possível inadimplência hoje não é tão desestimulante pois a retomada do imóvel ocorre muito rapidamente nos dias atuais.

Mas minha empolgação com essa modalidade, se dá pelo fato de que o risco é mínimo e você garante, não apenas o seu futuro, mas como raramente se perde dinheiro em imóveis, garante também, o futuro de seus filhos, de outras gerações.

*DÁ MAIS DE 1%

Logicamente, dependendo do local e tratando-se de uma nova locação.
Se você se especializar nesse nicho, vai conseguir mais que poupança ou renda fixa.

Essa será certamente realidade dos investidores do Titanium Offices Tijuca, o breve lançamento da RJZ Cyrela em frente ao Shopping Tijuca. O esperado empreendimento promete derreter assim que lançado já que todas essas premissas e o cenário se mostram favoráveis. O investimento ativo real, a preservação do patrimônio, a valorização da área garantem que aqueles que comprarem salas para futura locação farão um bom negócio!