Bolha Imobiliária


A “bolha imobiliária” é assunto recorrente em conversas entre amigos – sejam especialistas ou não. Vale parar para entender o que é a bolha e pesquisar se ela existe aqui no Brasil. Quais são as diferenças e semelhanças entre a economia dos Estados Unidos e a nossa?

Para esclarecer os pontos,  a Folha de São Paulo publicou uma matéria exatamente sobre esse tema, no dia 14 de abril de 2012. No artigo, Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP diz que “Para existir bolha imobiliária, é preciso que os preços dos imóveis estejam artificialmente inflados, o que não existe em nosso mercado.

É importante conhecer os fatos para compará-los e tirar a correta conclusão. A crise econômica norte-americana teve origem nos chamados subprimes: os compradores de imóveis refinanciaram as suas hipotecas lastreadas por valores irreais de mercado.
(…)

Aqui, o cenário é bem diferente. O consistente crescimento do setor imobiliário decorreu de fatos específicos, como a diminuição de taxas de juros, a melhoria do poder aquisitivo de boa parte da população e a volta do crédito imobiliário, após uma lacuna de 20 anos que quase levou o mercado à estagnação.

(…)

O brasileiro valoriza a propriedade do bem. Quer quitar logo a dívida e ter a escritura do imóvel. Depois, fica livre para novos endividamentos, pois conta com a segurança de que a casa da família, patrimônio dos filhos, está garantida.
Na fase atual da nossa economia, não existe espaço para aumentos significativos, mas também não há risco de queda de preços. O mercado deve crescer na proporção direta do desempenho da economia.
Há bolha imobiliária? Definitivamente, não.

Leia a matéria completa no portal para investidores www.cyrelainvest.com.br. Assista também a alguns vídeos com respostas de especialistas do mercado imobiliário e tire suas dúvidas. Antes de investir, sinta-se seguro do bom momento que nossa economia vive!

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Índice Nacional de Custo da Construção – INCC


A partir de hoje o Seller On passa a mostrar para você, na barra lateral, o valor atualizado do INCC (Índice Nacional de Custo da Construção).

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) apura a evolução dos custos da construção civil mensalmente e essa variação é mostrada no INCC. A coleta de dados é feita em sete capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília.

INCC em Resumo

Principais usos:

Apura a evolução dos custos no setor da construção, um dos termômetros do nível de atividade da economia.

Abrangência Setorial:

Materiais e equipamentos, serviços e mão-de-obra.

(Fonte: FGV)

No mercado imobiliário, quando um cliente compra um apartamento que ainda não foi construído ou não está pronto, seu fluxo de pagamento será corrigido pelo INCC. Visa-se, dessa forma, garantir que a incorporadora/construtora não tenha prejuízo decorrente da variação no custo da obra. A parcela do mês vigente será corrigida pelo INCC de dois meses antes.

Ex.: Parcela com vencimento para 06 de maio de 2012 terá como base o INCC de março de 2012.

Considerando que também existe o IPCA – índice que mede  a inflação mensal – podemos mostrar para nosso cliente que a variação dos dois índices é semelhante, verificando que “seu dinheiro” também será corrigido ao longo do fluxo de pagamento.

Confira o gráfico comparativo que mostra o histórico da variação do INCC-M e do IPCA nos últimos 12 meses: