Inspiração


Está em busca de inspiração para deixar sua casa do seu jeito?

Conheça o álbum: ʺDetalhes na Decoraçãoʺ no Pinterest e escolha o que combina com você. O  link da Cyrela cheio de novidades você encontra no endereço:  http://migre.me/aQvLO

Aproveite para conhecer a rede social que vem se destacando  e atraindo cada vez mais seguidores!  Eu adoro!

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Cyrela abre setembro em forte alta


Como falamos na últilma semana, a queda da taxa de juros e a perspectiva de que a as reduções continuarão no futuro benenficiam o setor imobiliário. A taxa Selic deve fechar o ano de 2012 em 7,25% ao ano.  Com esse percentual, outras aplicações fincanceiros tem rendimento baixo, o que leva investidores a buscar alternativas mais interessantes.

Vejam no vídeo que o portal Exame acaba de divulgar como os números do invetimento em imóveis estão se refletindo no valor das ações do setor.

A ação da Cyrela (CYRE3) fechou o primeiro pregão de setembro com alta de mais de 1,5%,  uma das principais altas do Ibovespa hoje.

 

http://exame.abril.com.br/mercados/video/direto-da-bolsa/gafisa-e-cyrela-abrem-setembro-em-forte-alta

Bastidores da incorporação – Parte I


Definir pela compra de um imóvel hoje é muito mais fácil do que foi no passado. É só escolher a localização, ver se o decorado agrada e se é realmente aquilo que você busca e definir como pagar. Mas já imaginou tudo o que precisa ser levado em conta até que você leve suas coisas para seu mais novo lar? 

Não faltam processos necessários até que tudo entre normalmente nos trilhos. Quer ver só como? Da escolha do terreno aos serviços que facilitam a vida do futuro morador, a elaboração de um empreendimento da Cyrela vai muito além do bate-estaca do canteiro de obras. Nesse especial vamos mostrar a vocês todas as etapas fundamentais desse processo. A primeira parte é a escolha do terreno.

 

Essa identificação e a compra do terreno é uma das etapas mais difíceis do projeto. Isso porque conta com diversas variáveis que tornam difícil de prever com exatidão o período em que pode levar até bater o martelo pela aquisição.

As construtoras e incorporadoras estão habituadas a receber ofertas. Mas isso não basta. Há um grande trabalho de pesquisa que mostra tendências da região, projeções de valorização da área, potencial de crescimento do entorno. Tudo isso influencia de maneira significativa a decisão de ficar ou não com aquele terreno. Esse trabalho na Cyrela Brazil Realty é feito pelo setor de inteligência de mercado.

A partir daí e com os dados todos em mãos, um comitê da companhia avalia se é possível e viável ir ou não adiante com a compra do local. Chega, então, o momento de descobrir como está a procura por imóveis na região, que tipo de residência as pessoas buscam no local, qual a renda média da população local, entre outros recursos. Sem a quantidade de compradores em potencial e uma análise  do perfil dessas pessoas, nenhum projeto do gênero caminha. 

Esses procedimentos ajudarão a definir, posteriormente, que estilo, tamanhos e tipo de imóvel será construído no terreno. Finalizada essa etapa, é a vez da elaboração do projeto. Mas isso é assunto para outro post. Fique de olho e acompanhe a continuação dessa história.

Cyrela Brazil Realty: exemplo de crescimento maduro


 

O bom momento do mercado se reflete nos resultado anunciados pela Cyrela Brazil Realty em relação ao segundo trimestre de 2012.

Os números mostram a solidez e credibilidade da empresa que vendeu no período 1,3 bilhão de reais, levando o resultado do ano, até junho, para R$ 2,5 bilhões.

Assim, o volume no semestre representa 36,7 %  do ponto mínimo do guidance de vendas para o ano.

Os resultados do segundo trimestre foram 7,7 % mais altos do que o apurado no período imediatamente anterior.

As vendas da Living – empresa da Cyrela voltada para baixa renda – foram de R$ 439 milhões  entre abril e junho, alta de 14,2% ante o primeiro trimestre e equivalente a 33,4% do total da Cyrela no período. No ano, o valor cresceu 0,8% ante o mesmo período de 2011 e chegou a 823 milhões de reais, representando 32,5%  das vendas da empresa.

A participação da Cyrela nas vendas contratadas no trimestre foi de 80,8%, a R$ 1,06 bilhão, e de 79,7 % no acumulado do ano, a R$2,02 bilhões.

Os lançamentos totais subiram 22,4 % trimestre ante trimestre e chegaram a R$ 1,1 bilhão de reais. Entre janeiro e junho, foi notada alta de 29,5 por cento, para R$ 1,98 bilhão de reais.

A participação da Cyrela atingiu R$ 854 milhões de reais no trimestre e R$ 1,5 bilhão no ano, representando 78,4 por cento no trimestre e 77,7 por cento no semestre do valor lançado, respectivamente.

Os lançamentos da Living no segundo trimestre de 2012 somaram R$ 544 milhões, equivalentes a 49,9% do total da Cyrela no período.

No ano, a Living lançou R$ 712 milhões de reais, equivalentes a 35,9 %  dos lançamentos da Cyrela, informou a companhia.

Esses números atestam o crescimento maduro e organico da compania.

 

 

Mais oito favelas do Rio terão obras do PAC


Muita coisa tem sido feita para melhorar a situação das comunidades carentes no Rio de Janeiro. E na Tijuca, bairro tradicional da zona norte, essas obras já se mostram bastante interessantes.

A Exame divulgou uma reportagem que aponta mais obras ligadas ao PAC que tratarão da urbanização de oito favelas no RJ – entre elas, mais algumas da Tijuca. As obras, as UPPs, e todo o movimento que busca resgatar a tranquilidade dos moradores da Zona Norte impulsionam também o mercado imobiliário, que passa a lançar mais na região.

Edifícios antigos e sem nenhuma infraestrutura de lazer ou segurança ainda são maioria na Tijuca, mas agora as incorporadoras apresentam um novo conceito de moradia para a região. É o caso do Adorabile Tijuca – próximo a todos os serviços e comodidades do bairro, estará a apenas cinco quadras da futura estação de metro da Rua Uruguai.

Piscina, salão de jogos, car wash e sauna são apenas alguns dos muitos itens de lazer que o morador poderá aproveitar. Viver no bairro que todos gostam pode ser ainda melhor agora. A tranquilidade que o tijucano estava acostumado voltou a ser uma realidade!

Poupança passa a render menos


Com a queda ainda maior dos juros, anunciada ontem, a poupança deixa de ser um rendimento atrativo. Os depósitos feitos a partir de 04 de maio de 2012 passam a render menos que 6% ao ano. Na busca por investimentos com segurança e maior rentabilidade, pesquisar sobre o mercado imobiliário pode ser uma excelente opção.

Com o mercado aquecido, os índices de valorização mostram-se bastante atraentes. Pensando em investir, imóveis comerciais são bons negócios por apresentarem maior liquidez e maior percentual de aumento de preços. Analise alguns gráficos a seguir:

O Universe Empresarial, empreendimento localizado no novo centro metropolitano, foi lançado em maio de 2012 e, aqueles que compraram no momento do lançamento já registram ganhos. Com excelente localização próximo à futura vila olímpica e em região de quatro milhões de m² a serem desenvolvidos, a tendência de aumento de preço já se mostra real.

Lançado no auge do boom imobiliário, em agosto de 2009, o CEO Office apresenta um índice de valorização ainda maior. A curva de crescimento do valor do imóvel foi bastante acentuada no período que compreende o ano de 2009 a 2012. Já em fase final de obra, o CEO resume-se um projeto de alto padrão e bom gosto e localização em área nobre da cidade – a Península, na Barra da Tijuca.  

Assim como o Universe e o CEO, olhar para o mercado imobiliário visando um investimento de médio/longo prazo mostra-se bastante interessante. Procure entender os vetores de crescimento da cidade e adiantar-se ao desenvolvimento. Dessa forma, é possível sair na frente e obter um ótimo rendimento. Conheça os empreendimentos da RJZ Cyrela e invista seu capital com segurança!

Financiar imóvel vira boa opção de aplicação


Com as mudanças no cenário econômico brasileiro, uma nova situação vem se desenhando. As modalidades de investimento tem se diversificado e, aplicar dinheiro em fundos imobiliários passou a ser uma excelente opção. O desenvolvimento do mercado imobiliário brasileiro, aliado à queda dos juros e à demanda por crédito imobiliário vem garantindo um bom retorno aos investidores.

É o que mostra a reportagem da Folha de São Paulo publicada em 17/05/2012.

“Para emprestar dinheiro a quem quer comprar a casa própria, o banco pega da caderneta de poupança de outros clientes, pagando um juro pequeno e cobrando um tanto mais do mutuário. Só que o financiamento de imóveis dobra a cada dois anos e os depósitos na caderneta crescem 10% ao ano.

O resultado é que, no mais tardar em 2014, a poupança não será mais suficiente para carregar todo o crédito imobiliário nas costas.

Como ocorre no mundo todo, a solução será apelar ao conjunto de investidores-fundos de pensão, gestores de investimento, seguradoras e o investidor pessoa física.

Até agora, havia pouco interesse dos investidores. Afinal, por que assumir o risco de calote dos mutuários para ganhar de 9% a 12% se dá para levar mais emprestando sem perigo ao governo?

A boa notícia é que os juros do governo caíram muito (a previsão é de 8,5% no final do mês) e hoje 9% ao ano é uma taxa bastante alta.

Quase nenhuma aplicação atrelada a juros rende 12% – taxa paga por títulos de dívida que representam empréstimos feitos pelos bancos ou construtoras que têm imóveis como garantia.

“Os juros baixos ajudam muito nosso negócio. Temos mais investidor interessado em comprar título imobiliário do que empréstimo disponível para investimento”, diz Fernando Cruz, diretor da Brazilian Mortgages, a maior empresa brasileira que transforma dívida imobiliária em aplicação – a securitização.

ISENÇÃO DE IR

Para o investidor pessoa física, há a vantagem de não pagar Imposto de Renda quando aplica em títulos ou em fundos imobiliários.

Alguns fundos imobiliários, como o do shopping Higienópolis (centro de SP), pagam ao investidor pessoa física rendimento mensal líquido de até 0,87% direto na conta, como se fosse um aluguel, sem a desvantagem de empatar dinheiro em um imóvel. O fundo é cotado na Bolsa, mas ninguém consegue comprá-lo porque não há cotista disposto a vendê-lo.

Enquanto a poupança trouxe R$ 71,68 bilhões para financiar a casa própria em 2011, os investidores do mercado de capitais foram responsáveis por comprar R$ 13,61 bilhões em títulos de dívida imobiliária – aumento de 60% em relação a 2010.

Só os fundos de investimento imobiliário, que compram grande parte desses papéis, somaram R$ 8,23 bilhões em recursos – alta de 89,2% em relação a 2010.

COMERCIAIS

A securitização ainda é mais comum em imóveis comerciais. Nos fundos, 55% têm escritório como garantia.

“Houve uma mudança de foco desse mercado, que está mais pulverizado e com uma presença maior de empreendimentos residenciais”, afirma Fernando Brasileiro, presidente da Cibrasec, segunda maior securitizadora.

“Historicamente, os grandes compradores eram os bancos e as operações eram comerciais -shoppings, escritórios, hospitais. Agora, você começa a vender mais para pessoa física, que tem benefício fiscal”, diz Brasileiro.”

 Podemos concluir que o mercado imobiliário continua crescendo e se fortalecendo no Brasil. Ainda há espaço para desenvolvimento!