Crédito imobiliário no Brasil


Os bancos do país continuam apostando em perspectivas positivas para o setor os setor imobiliário. Entre os argumentos que sustentam essa postura está o baixo nível do crédito imobiliário em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). Aqui, esse indicador está em 5,4% (R$ 229 bilhões). No Chile, país preferido para a comparação por se tratar de um emergente como o Brasil, o nível chega perto de 20% do PIB.

Se em 2020 a relação crédito imobiliário/PIB chegar a algo entre16% e 18% do PIB, como imaginamos, estamos falando de um montante adicional de cerca de R$ 500 bilhões nos próximos anos.

As estimativas sustentam-se fundamentalmente em duas razões. A primeira é o déficit habitacional brasileiro, que, segundo diferentes estatísticas, varia entre 5 milhões e 7 milhões de moradias. A segunda está relacionada à situação macroeconômica favorável à compra de imóveis. Para os próximos anos, os bancos projetam inflação sob controle, desemprego baixo e renda em expansão.

Há ainda um terceiro fator em potencial: queda dos juros cobrados dos clientes.

 

Com crédito farto e uma econômia forte, temos o cenário ideal para realizar o sonho da casa própria!

 

Bolha Imobiliária


A “bolha imobiliária” é assunto recorrente em conversas entre amigos – sejam especialistas ou não. Vale parar para entender o que é a bolha e pesquisar se ela existe aqui no Brasil. Quais são as diferenças e semelhanças entre a economia dos Estados Unidos e a nossa?

Para esclarecer os pontos,  a Folha de São Paulo publicou uma matéria exatamente sobre esse tema, no dia 14 de abril de 2012. No artigo, Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP diz que “Para existir bolha imobiliária, é preciso que os preços dos imóveis estejam artificialmente inflados, o que não existe em nosso mercado.

É importante conhecer os fatos para compará-los e tirar a correta conclusão. A crise econômica norte-americana teve origem nos chamados subprimes: os compradores de imóveis refinanciaram as suas hipotecas lastreadas por valores irreais de mercado.
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Aqui, o cenário é bem diferente. O consistente crescimento do setor imobiliário decorreu de fatos específicos, como a diminuição de taxas de juros, a melhoria do poder aquisitivo de boa parte da população e a volta do crédito imobiliário, após uma lacuna de 20 anos que quase levou o mercado à estagnação.

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O brasileiro valoriza a propriedade do bem. Quer quitar logo a dívida e ter a escritura do imóvel. Depois, fica livre para novos endividamentos, pois conta com a segurança de que a casa da família, patrimônio dos filhos, está garantida.
Na fase atual da nossa economia, não existe espaço para aumentos significativos, mas também não há risco de queda de preços. O mercado deve crescer na proporção direta do desempenho da economia.
Há bolha imobiliária? Definitivamente, não.

Leia a matéria completa no portal para investidores www.cyrelainvest.com.br. Assista também a alguns vídeos com respostas de especialistas do mercado imobiliário e tire suas dúvidas. Antes de investir, sinta-se seguro do bom momento que nossa economia vive!