Cyrela faz reposicionamento de suas marcas


A Cyrela Brazil Realty está reposicionando suas marcas de produtos Cyrela e Living e apresentando sua marca institucional. O nome Cyrela passará a ser focado nos empreendimentos de alto padrão e luxo e deixará de remeter também a projetos destinados à média renda. Todos os prédios de médio padrão serão assinados com a marca Living.

Criada para o segmento econômico, a Living já não lançava produtos imobiliários nessa faixa há três anos, mas ainda era associada a esse nicho, no mercado. A mudança das marcas e da comunicação foi apresentada aos funcionários da maior incorporadora de capital aberto do país na última quinta-feira.

O trabalho de reposicionamento começou a ser desenvolvido há um ano e faz parte do plano de perenização da Cyrela traçado em 2009, que abrangeu a preparação da companhia para a sucessão do fundador Elie Horn à frente da presidência-executiva – ele foi substituído, no cargo, pelos filhos Efraim Horn e Raphael Horn em maio -, a criação de comitês para tomada de decisões em relação a temas como terrenos, incorporação e financeiro, e o acompanhamento mais estruturado do desempenho do dia a dia da companhia.

“A mudança simboliza a perenização. É bom mexer, cutucar”, afirmou Horn ao Valor. Ele agora é presidente do conselho de administração da Cyrela. “A empresa tem de evoluir. Quanto mais velho você é, mais a longo prazo você pensa, sabendo que não é para você”, disse o empresário.

Segundo a diretora corporativa de Recursos Humanos da companhia, Renata Moura, “seu Elie”, como o presidente do conselho é conhecido dentro e fora da empresa, costuma dizer que a “Cyrela tem de durar 1.000 anos” e, para isso, é preciso haver disposição para mudar.

O lançamento do empreendimento Cyrela by Pininfarina, no início do mês, foi o primeiro desse processo de reposicionamento. Localizado na região da Faria Lima, na zona sul da cidade de São Paulo, o Pininfarina chegou ao mercado com prédio preço médio por metro quadrado de R$ 26 mil e sem apartamento decorado. O valor é bem maior do que os R$ 17,5 mil médios por metros quadrado dos lançamentos de um ou dois dormitórios realizados na região da Vila Olímpia próxima à Faria Lima, neste ano, antes do Cyrela by Pininfarina, segundo levantamento do Zap Imóveis.

A comunicação da marca Cyrela deixará de ser vinculada também a produtos para a média renda. Mas, na prática, a saída da marca dos empreendimentos de médio-padrão ocorrerá gradualmente, pois há projetos em desenvolvimento já lançados e terrenos previamente destinados a essa finalidade.

No segmento médio, a comunicação da Living passa a ser destinada a potenciais consumidores de média-renda com perfil de 30 a 35 anos, que viajam para o exterior uma vez por ano e possuem um carro que não é o de entrada, ou seja, o mais barato. O logotipo passa a ter cinco cores diferentes, sem referência ao antigo segmento econômico.

Antes da reformulação da identidade, não havia, formalmente, uma marca corporativa da Cyrela. No pacote de mudanças, essa marca corporativa foi criada, e nasce sem o símbolo da casa formada por um triângulo e um quadrado, que acompanha a marca de produto Cyrela, e sem o sobrenome Brazil Realty.

Tanto na marca corporativa quanto na de produto, as letras “y” e “r” do nome Cyrela foram, em parte, vazadas, visualmente, para aludir ao símbolo hebraico chai, que remete à vida. O símbolo tem valor numérico 18, data escolhida, não por acaso, para o lançamento da nova identidade.

“As marcas foram construídas de dentro para fora”, conta a diretora-executiva da Interbrand, Daniella Giavina-Bianchi. A Interbrand é a consultoria de marcas que desenvolveu o projeto de estratégia e identidade de marca da Cyrela. “A marca Cyrela, focada no alto padrão e no luxo, traz exclusividade e requinte nos detalhes, enquanto a Living, direcionada ao médio padrão, é mais descontraída, mais simples”, compara a executiva da Interbrand.

Toda a atuação da Cyrela em produtos para a baixa renda fica concentrada em empreendimentos desenvolvidos com parceiros, como na Cury, joint venture na qual tem 50% de participação.

Fonte: http://www.valor.com.br/empresas/3706336/cyrela-faz-reposicionamento-de-suas-marcas

Nobre Norte


Recentemente descobri um blog bem curioso: parece que um corretor cansado de ter o discurso sendo moldado a cada lançamento resolveu dizer a verdade (ou a sua opinião) sobre cada empreendimento novo do Rio de Janeiro.

VerdadeImovel.blogspot.com.br é o endereço.

Vejam o que ele disse por exemplo do Nobre, último lançamento da RJZ Cyrela no Cachambi:

“Como falamos em algumas oportunidades, a Zona Norte está sendo a opção natural do mercado em 2014. Já postamos aqui o Fiore (lançamento do fim de semana passado), o Gran, o Aquarela Carioca e o Faces. Todos os que foram lançados apresentaram bons resultados de venda… na mesma linha, houve ano passado o sucesso do Dom, do Elo, do Stadio e do Carioca Residencial… é, gente, a Zona Norte está bombando…

Aproveitando essa onda positiva da região, a RJZ Cyrela e a Monteiro Aranha trazem o Nobre, cujo nome traduz muito bem o ponto! Se há um lugar que se destaca na Zona Norte, esse lugar é a vizinhança do Norteshopping (como o Dom atestou bem ano passado).

Porém o Nobre não fica na vizinhança do Norteshopping, fica parede-parede com ele (na verdade, com a expansão que será lançada esse ano).  O que sem dúvida alguma, é a melhor localização entre todos os produtos citados anteriormente. Sem favela por perto, numa rua movimentada, próximo de metrô, de mercados e da Linha Amarela… é uma questão indiscutível.

O produto é bem bonitinho apesar de não ter nenhum baita diferencial. Plantas enxutas de 2 quartos e 3 quartos com varanda e suíte… no lazer, há sauna, piscina de 25m, miniquadra (para crianças, diga-se), salão de festas e churrasqueira, entre os principais itens. Nada no nível que se encontra pela Barra da Tijuca, mas bem razoável.

No projeto, há algumas poucas unidades no térreo que possuem uma área de jardim exclusivo e murado, quase como uma casa com quintal. Bem diferente dos gardens do Recreio “protegidos’ por uma cerca viva de 1,4m. Quem pensa em morar, e tem um dinheirinho a mais, vale olhar com carinho (até porque o projeto não tem cobertura).

Pensando na movimentação da Dom Helder, o PUC/1º andar com apartamento fica na 3ª laje, garantindo privacidade da área de lazer e dos moradores. Os carros circulam apenas até a segunda laje  (há um subsolo também), evitando o risco de crianças e carros conviverem no mesmo ambiente. Além disso, garante vagas cobertas para 70% dos moradores (o que não é bem o padrão na região)

Evite as prumadas voltadas para a Av Dom Helder Camara, pois o barulho deve ser bem pesado.

Produto bem legal para investidores e usuários finais… é fácil acreditar que depois que a expansão do Norteshopping subir, seu valor agregado subirá ainda mais. Além disso, todos os benefícios que já citamos em relação ao ponto garantem uma “demanda eterna” para o produto.

O preço veio um pouco acima do que o mercado esperava. Porém, quem teve oportunidade de visitar o stand lotado nos 2 fins de semana deve ter a mesma impressão que eu: o resultado de vendas vai ser bom.”

 

Bom, nosso amigo blogueiro está certo. As vendas já atingiram 80% do volume lançado.

Mais um sucesso que é retorno garantido para o investidor, especialmente porque de acordo com dados da construtora, a enorme maioria dos adquirentes até agora é de usuários finais.

 

 

Nota

Serviços impulsionam vendas


Das 21.247 unidades lançadas na cidade do Rio, ano passado, 3.653, ou 17%, estavam em empreendimentos que oferecem serviços pay-per-use, aqueles que não estão incluídos no condomínio mas podem ser contratados pelos moradores, como limpeza, motoboy etc. Em 2009, essas unidades representavam apenas 4% do total lançado na cidade. Um reflexo direto da correria da vida moderna que deixa cada vez menos tempo para cuidar das coisas da casa.

Essa é a abertura de reportagem do caderno Morar Bem do jornal O Globo dessa semana. vejam abaixo mais detalhes:

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— É uma aposta das construtoras que tem muito a ver com o tempo escasso da vida moderna. As pessoas precisam de praticidade e oferecer esse tipo de serviço tem sido bem visto pelo consumidor — atesta João Paulo Matos, presidente da Ademi/RJ.

Para o advogado Bernardo Aigeta, os serviços foram essenciais na escolha do imóvel. De casamento marcado para abril do ano que vem, ele estava em busca de um apartamento na Barra, e os serviços oferecidos pelo Maayan, no condomínio Cidade Jardim, pesaram na decisão.

— Pago hoje, num prédio antigo na Zona Norte, um condomínio mais alto do que vou pagar lá. O condomínio vai oferecer de tudo: da arrumação diária, que acho importantíssimo, ao conserto de bicicleta. Como eu e minha noiva andamos muito de bike, achamos essa opção ótima — conta ele.

Os serviços mais comuns são os de limpeza e lavanderia oferecidos por empresas terceirizadas instaladas dentro do próprio condomínio. Mas a gama de ofertas é grande e já inclui serviços de pet shop, dog walker, alimentação, além de manutenção hidráulica e elétrica, que normalmente são oferecidos por empresas que fazem convênios com a administração do condomínio, mesmo não tendo um espaço físico no empreendimento.

E se engana quem pensa que esse é um serviço disponível apenas na Zona Sul ou na Barra. Novos condomínios construídos na Zona Norte também vêm investindo nesse tipo de facilidade. No ano passado, 20% das unidades com pay-per-use lançadas no Rio ficavam em empreendimentos no Cachambi e São Cristóvão, por exemplo.

— É claro que existem perfis que combinam mais com esse tipo de produto, especialmente as pessoas com poder aquisitivo mais alto. Mas é um serviço que tende a crescer para todo mundo, até por não encarecer o preço fixo do condomínio. É uma tendência que vai sendo aprimorada com o tempo — garante Matos, lembrando que a Lei das Domésticas deve dar ainda mais força a esse tipo de empreendimento. — Desde a lei, já se percebe um crescimento no uso dos serviços. Mas não nos lançamentos, o que pode acontecer nos próximos anos.

O vice-presidente da RJZ Cyrela, Rogério Jonas Zylbersztajn, lembra ainda que os serviços são diversificados de acordo com o padrão do condomínio e sua localização. No Riserva Golf, na Barra, por exemplo, é possível contratar um motorista para eventos noturnos e até um “caddie” para fazer a limpeza e conservação dos equipamentos de golfe. Já no Ocean Pontal Residence & Beach Place, no Recreio, o projeto prevê locação de cadeiras e barracas de praia. Mas itens como arrumação simples, arrumação completa e posto de coleta de lavanderia são comuns e podem ser encontrados nos empreendimentos em toda a cidade.

 A classe média cada vez mais exigente e com bom poder aquisitivo está antenada com as novidades. Praticidade e conforto são desejos comuns às diversas faixas de renda e os incorporadores tem procurado oferecer isso das formas mais diversas!

Não se pode ficar pra trás!!!! 

Luxo no Rio de Janeiro – Riserva Golf


E parece não haver limites no universo imobiliário quando o assunto é agradar a um publico cada vez mais exigente. Recentemente, o Rio de Janeiro ganhou um novo empreendimento de luxo. Composto de quatro torres, o Riserva Golf Vista Mare Residenziale aposta no requinte e se assemelha a uma mansão vertical.

Para compor a arquitetura do local, a RJZ Cyrela foi buscar inspiração em Cingapura. Mais especificamente, na loja Louis Vuitton da cidade. O pórtico é um painel rendilhado, em composição com caixas de vidro que permeiam iluminação e ventilação, valorizada pela iluminação cenográfica criada pelo lighting designer Peter Gasper.

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A fachada de cada um dos quatro edifícios é inteiramente revestida de mármore e pele de vidro. Já o paisagismo leva a assinatura de Benedito Abbud e conta com jardins e espelhos d’ água. No pórtico, os visitantes deixam seus carros no vallet e seguem até seu destino em carrinhos de golfe. Cada torre tem sua própria piscina coberta e aquecida, além de sauna úmida, sala de massagem, sala de reunião e bicicletário. Todos os apartamentos contam com hall e elevadores sociais exclusivos, portas de entrada com dimensões especiais e piso e teto nivelados entre varanda e sala, permitindo total integração entre estes ambientes. São unidades de quatro a seis suítes e metragens entre 266 e 648m², além de coberturas lineares que chegam a 1.308 m².

A novidade ainda reúne características especiais para os amantes do golfe, como o  “Caddie House”- serviço de limpeza e conservação de equipamentos, além de um simulador de golfe Pro Tee, modelo Master Edition, que traz 12 campos adicionais e sensores de bola tipo Ball Tracking + software.

Quer saber mais? Se interessou? Aposto que sim!

Vale uma visita aos dois incríveis decorados construídos no stand de vendas: Av das Américas, 10.0001 – Barra da Tijuca.

Ou pelo site clicando no link: http://www.cyrela.com.br/imovel/riserva-golf-vista-mare-residenziale-apartamento-barra-da-tijuca-zona-oeste-rio-de-janeiro-rj

 

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Cyrela negocia área do Gasômetro


A Caixa Econômica Federal (CEF) negocia com a incorporadora Cyrela Brazil Realty um projeto para o terreno do antigo gasômetro, na Zona Portuária do Rio.  Trata-se de uma área de 115 mil metros quadrados, há quase uma década sem uso, aportada pela prefeitura no fundo criado pela CEF para financiar a revitalização da região.

No mercado circula a informação de que o projeto final deve ter área construída de 850 mil metros quadrados, dividida entre um shopping e edifícios comerciais e residenciais de até 50 andares. Com isso, o empreendimento teria 60% de uso comercial e 40%, residencial. A negociação do terreno estaria sendo feita por permuta entre a CEF e a incorporadora. A Companhia Estadual de Gás (CEG), antiga usuária do terreno, também ficaria com parte da área.

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Paralelamente, a CEF teria conduzido negociações com grupo formado pela Related Brasil, pela operadora de shopping centers Westfield, pela a BNCorp e a holding de investimentos do grupo Bueno Netto. Procurada pelo Valor, a Related confirmou o interesse no terreno, mas disse que as conversas não evoluíram.

A definição do futuro do terreno do gasômetro é considerada chave para a evolução do projeto do novo porto do Rio, principalmente para atrair projetos residenciais. A expectativa é que a construção de um shopping no local amenize a carência de comércio na região.

Vamos aguardar “as cenas dos próximos capítulos”.