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Torre Cayan, ‘maior edifício retorcido do mundo’


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A Torre Cayan tem 310 metros de altura e conta com 73 andares. Seu formato retorcido foi inspirado na estrutura do DNA humano.

Cada um de seus 73 andares possui uma rotação de um 1,2 graus, para dar o efeito de uma espiral de 90 graus ao edifício. O edifício custou o equivalente a US$ 272 milhões (cerca de R$ 580,5 milhões).

Adorei mas fiquei imaginando como saber a posição do sol na coluna 01. Depende né!?

🙂

BOM FIM DE SEMANA!

Pesquisa mostra como poderão ser os prédios em 2050


Edifícios interligados ao metrô e bondinho para otimizar o trânsito. Robôs voadores que, sozinhos, limpem as janelas. Um andar só para produção de comida urbana. Essas são algumas das propostas para as construções de 2050, segundo o relatório “It’s Alive” (ele está vivo) do Foresight, grupo da multinacional de engenharia Arup que estuda o futuro dos empreendimentos urbanos. Até lá, diz a ONU, a população mundial terá passado de sete para nove bilhões de pessoas — e a previsão é de que 75% delas estejam vivendo nas grandes cidades.

Em vez de ampliar as redes de transporte e os padrões de crescimento urbano para dar conta dos dois bilhões a mais de habitantes, o relatório propõe a otimização do espaço dentro das cidades. Neste caso, são as mudanças demográficas e de estilo de vida que irão orientar a evolução urbana. As estruturas serão totalmente integradas ao tecido da cidade, sensíveis às mudanças nos ambientes externo e interno, e projetadas para adaptação contínua.

São prédios inteligentes, que devem funcionar como organismos vivos, tomando decisões com base nos ambientes externo e interno, na ecologia e na saúde do homem.

As construções serão autossuficientes

Boa parte das propostas da Foresight/Arup ainda está sendo desenvolvida, localmente ou em laboratório. Os robôs voadores por exemplo, são, hoje, experimentados pela equipe de ciência e tecnologia da universidade ETH Zurique. Autônomas, essas máquinas podem construir uma torre de seis metros, sem qualquer intervenção humana. Já os módulos de produção de comida urbana, atualmente estudados em Cingapura, resultaram em uma grande fazenda vertical de alimentos, como forma de economizar espaço e deslocamento de moradores.

Entre as sugestões com previsão de melhoria do meio ambiente, e com eficiência energética, a mais curiosa é a fachada de algas que produz biocombustível. Uma experiência similar acaba de ser construída em Hamburgo, na Alemanha, pela Arup. O edifício tem fachada composta por grelhas de algas que produzem energia suficiente para o abastecimento dos apartamentos e da área comum. Mas ainda não fabricam biocombustível. Já outro exemplo da pesquisa mostra revestimentos externos de nano-partículas que são capazes de neutralizar poluentes, transformando gás carbônico (CO²) em oxigênio (O²).

Acho que eu já vi isso antes….

 

Vocabulário imobiliário


Vamos falar um pouco sobre os termos do mercado imobiliário e que os profissionais do setor repetem a esmo, sem se preocupar se os leigos estao captando ou não a idéia.

 

INCC significa Índice Nacional de Custo da Construção, elaborado pela Fundação Getúlio Vargas. Tem a finalidade de apurar a evolução dos custos das construções habitacionais. Usualmente é utilizado para correção dos contratos de compra de imóveis, enquanto a obra está em execução.
A apuração abrange materiais e equipamentos, serviços e mão-de-obra da construção. Atualmente a coleta de dados é feita em 7 capitais do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília).

VGV significa Valor Geral de Vendas. É um valor calculado pela soma do valor potencial de venda de todas as unidades de um empreendimento a ser lançado.
Por exemplo: a construtora A pretende lançar um empreendimento com 70 apartamentos a R$ 350.000,00 cada. O VGV deste empreendimento é de R$ 24.500.000,00, ou seja, ele tem o potencial de gerar R$ 24.500.000,00 em receitas. Isto não significa que ele irá necessariamente gerar este valor, pois uma série de fatos podem fazer com que a receita total varie, como alteração no preço dos imóveis, margem de negociação e uma série de outros motivos, mas o indicador ajuda a identificar o potencial comercial do empreendimento.
Além ajudar a indicar se o empreendimento é ou não viável do ponto de vista comercial, o VGV auxilia na definição do orçamento da obra, das verbas administrativas da incorporadora, no desempenho da empresa no mercado, dentre outros.

Você, futuro morador de um apartamento novo, já deve ter ouvido muito falar de um documento que dependemos diretamente para a entrega do imóvel depois de construído, o Habite-se. Mas afinal, você sabe o que é o Habite-se?
É um documento, emitido pela prefeitura local, atestando que o imóvel foi construído seguindo as exigências da legislação municipal onde o empreendimento está localizado. Enfim, é uma certidão que aprova o imóvel como “pronto para ser habitado”.
Para retirar o Habite-se, o proprietário do imóvel, no caso a construtora, faz a requisição junto ao órgão competente da prefeitura, que providencia uma vistoria no local para constatar se o que foi construído realmente condiz com o projeto inicial aprovado na prefeitura.
Incorporação Imobiliária é um documento registrado em cartório que dá a segurança para o cliente quanto à condição técnica e idoneidade do incorporador, além da legalidade do projeto, as características e metragens do imóvel, bem como as regras de convivência em condomínio.
Incorporação Imobiliária é o ato de empreender um projeto imobiliário. É quando uma pessoa (física ou jurídica) se compromete a construir um edifício ou conjunto deles, como apartamentos e áreas comuns. O incorporador também pode comercializar as unidades antes (na fase da planta) ou durante a fase de construção do empreendimento.

Saber nunca é demais!

 

 

 

Bastidores da incorporação – Parte III


Muito bem. Você já viu como é que se escolhe um terreno para a construção de imóvel e também como se dá o início das obras, que dá um baita trabalhão e envolve muitas máquinas e profissionais. Mas há outro passo importante anterior a esse: a elaboração do projeto.

A concepção de um empreendimento precisa considerar alguns requisitos importantes como a preocupação com o meio ambiente – um dos itens mais relevantes para as companhias e para o público – a legislação e também os valores, afinal, a construção quando estiver pronta precisa ter um preço competitivo.

Todas essas premissas começam com uma profunda pesquisa que reúne todos os dados da região (preço médio dos imóveis, quantidade de apartamentos à venda, lançados, etc), condições de infraestrutura, qualificação da mão-de-obra, entre outras informações.

Em paralelo, empresas de arquitetura e paisagismo dão início à planta do prédio. É nessa etapa que são definidos os números de apartamentos, materiais a serem utilizados, além das licenças, documentações e autorizações dos órgãos locais e prefeituras.

A partir de cada um desses passos já é possível determinar os custos totais da obra e o preço final dos imóveis. E, então, tem início a comercialização e início das obras. Fique de olho e acompanhe as próximas etapas aqui no blog!

Bastidores da Incorporação – Parte II


Na primeira parte desse especial sobre os Bastidores da Incorporação, mostramos como funciona a escolha do terreno e a compra do local. Agora, vamos abordar a etapa das obras.

Em um empreendimento de grande porte essa fase dura entre 21 e 24 meses e emprega cerca de 200 operários, geralmente de empreiteiras contratadas.  A complexidade do processo transforma o local das obras em praticamente uma minicidade, na qual cada um tem sua função dentro de uma hierarquia.  Para ficar mais claro, um exemplo seriam os prefeitos e subprefeitos, que na nossa “minicidade” seriam os engenheiros e mestres de obras.

Os materiais necessários para a obra são numerosos. Para ser ter uma ideia, em um empreendimento de grande porte são consumidas cerca de 48 toneladas de cimento por semana. Impressionante, não?

Diversas empresas terceirizadas são envolvidas nesse processo. A qualidade da mão de obra é altamente qualificada e os treinamentos são constantes, garantindo o andamento da construção.

Outro ponto importante para destacar é a gestão de resíduos. Gesso, metal, papel, madeira, plástico e concreto são recolhidos e repassados a cooperativas de reciclagem.

É assim que garantimos a qualidade dos nossos empreendimentos. No próximo post falaremos sobre “Entrega e Serviços”.

Nada se cria, tudo se…


Nada se cria, tudo se adapta. Para desenvolver novos projetos é normal que arquitetos e engenheiros busquem referências, inspirações. Na RJZ Cyrela temos o costume de buscar o que há de mais bonito e moderno ao redor do mundo para os nossos empreendimentos. Traços da região de Andaluzia, Marrocos, França são marcantes nos projetos do Cidade Jardim por exemplo.

Mas também é possível achar muita coisa interessante na rede. Encontrei a Fan Page Design Dautore  no Facebook.

Cheia de estilo, vale compartilhar com vocês: http://www.facebook.com/#!/designdautore

E como não podia deixar de ser, trouxe algumas fotos de casas incríveis postadas na página.

O que você acha?

Maracanã Solar


Na onda da Rio+20, o governo do Rio de Janeiro lançou o programa “RIO CAPITAL DA ENERGIA“. A iniciativa reúne diversos projetos e, entre eles, um chama muito a atenção. Trata-se do Maracanã Solar. “O projeto consiste na instalação de placas fotovoltaicas em uma área de 2,5 mil m² sobre o anel de compressão, que suportará sua nova cobertura feita de lona tensionada. O Maracanã terá então capacidade para gerar 528 MWh por ano – cerca de 20% do que ele consome, o equivalente ao consumo anual de 240 residências. O projeto ainda evitará o despejo de 2,5 mil toneladas de gás carbônico na atmosfera.”

Tais iniciativas colaboram – e muito – para o tão falado desenvolvimento sustentável. Práticas como essa, aliando construção civil e tecnologia em busca de uma cidade “verde” nos colocam na direção certa para um futuro que as próximas gerações devem ter. Confira outros projetos do “RIO CAPITAL DA ENERGIA” em: http://www.riocapitaldaenergia.rj.gov.br/site/conteudo/Default.aspx.

Você está fazendo a sua parte?