Pesquisa mostra como poderão ser os prédios em 2050

Edifícios interligados ao metrô e bondinho para otimizar o trânsito. Robôs voadores que, sozinhos, limpem as janelas. Um andar só para produção de comida urbana. Essas são algumas das propostas para as construções de 2050, segundo o relatório “It’s Alive” (ele está vivo) do Foresight, grupo da multinacional de engenharia Arup que estuda o futuro dos empreendimentos urbanos. Até lá, diz a ONU, a população mundial terá passado de sete para nove bilhões de pessoas — e a previsão é de que 75% delas estejam vivendo nas grandes cidades.

Em vez de ampliar as redes de transporte e os padrões de crescimento urbano para dar conta dos dois bilhões a mais de habitantes, o relatório propõe a otimização do espaço dentro das cidades. Neste caso, são as mudanças demográficas e de estilo de vida que irão orientar a evolução urbana. As estruturas serão totalmente integradas ao tecido da cidade, sensíveis às mudanças nos ambientes externo e interno, e projetadas para adaptação contínua.

São prédios inteligentes, que devem funcionar como organismos vivos, tomando decisões com base nos ambientes externo e interno, na ecologia e na saúde do homem.

As construções serão autossuficientes

Boa parte das propostas da Foresight/Arup ainda está sendo desenvolvida, localmente ou em laboratório. Os robôs voadores por exemplo, são, hoje, experimentados pela equipe de ciência e tecnologia da universidade ETH Zurique. Autônomas, essas máquinas podem construir uma torre de seis metros, sem qualquer intervenção humana. Já os módulos de produção de comida urbana, atualmente estudados em Cingapura, resultaram em uma grande fazenda vertical de alimentos, como forma de economizar espaço e deslocamento de moradores.

Entre as sugestões com previsão de melhoria do meio ambiente, e com eficiência energética, a mais curiosa é a fachada de algas que produz biocombustível. Uma experiência similar acaba de ser construída em Hamburgo, na Alemanha, pela Arup. O edifício tem fachada composta por grelhas de algas que produzem energia suficiente para o abastecimento dos apartamentos e da área comum. Mas ainda não fabricam biocombustível. Já outro exemplo da pesquisa mostra revestimentos externos de nano-partículas que são capazes de neutralizar poluentes, transformando gás carbônico (CO²) em oxigênio (O²).

Acho que eu já vi isso antes….

 

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